quarta-feira, 30 de abril de 2008
Mundinho fashion
Mau humor

Um ano depois, e o futuro não foi mais como era antigamente. A perna esquerda, então, nem se fala. Dói no final do dia. Engorda no final do dia. Tem refluxos de bebê. É uma perna bebê sem fraldas. O bom humor ou mau humor da bípede também apresentam alterações, principalmente, quando, à noite, monstras patéticas invadem a área paranóica de sua cabeça nem fria, nem quente. E não há porteiro com cara de mau que impeça a visita. Elas vêm com seus nicks adapatados e recortados, mas são elas: as velhas fêmeas agora disfarçadas de Lene ou Pit, uns tipos bulls da vida. E a bípede não leva na boa. Enfurece o espírito e sente vontade de atacar o demolidor internauta, um terrorista cego ainda que bastante alfabetizado.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Aniversário
domingo, 27 de abril de 2008
Uma cadeira de afeto
sábado, 26 de abril de 2008
Beatles num céu de diamantes
The long and winding road
That leads to your door
Will never disappear
Ive seen that road before
It always leads me here
Lead me to you door
The wild and windy night
That the rain washed away
Has left a pool of tears
Crying for the day
Why leave me standing here
Let me know the way
Many times Ive been alone
And many times Ive cried
Any way youll never know
The many ways Ive tried
But still they lead me back
To the long winding road
You left me standing here
A long long time ago
Dont leave me waiting here
Lead me to your door
But still they lead me back
To the long winding road
You left me standing here
A long long time ago
Dont leave me waiting here
Lead me to your door
Yeah, yeah, yeah, yeah
quarta-feira, 23 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
Pobre bípede
segunda-feira, 14 de abril de 2008
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Bobagens
) No seu horário de almoço, sente-se no seu carro estacionado, coloque óculos escuros e aponte um secador de cabelos para os carros que passam. Veja se eles diminuem a velocidade.
2) Insista que o seu e-mail é Xena.Princesa.Guerreira@nomedaempresa.com.br ou Elvis.O.Rei@nomedaempresa.com.br.
3) Sempre que alguém lhe pedir para fazer alguma coisa, pergunte se quer que fritas acompanhem.
4) Encorage seus colegas de sala a fazer uma dança de cadeiras sincronizada com você.
5) Coloque a sua lata de lixo sobre a mesa e escreva, na mesma: “Entre”.
6) Desenvolva um estranho medo de grampeadores.
7) Coloque café descafeinado na máquina de café por três semanas. Quando todos superarem o vício da cafeína, mude para expresso.
8) No canhoto de todos os seus cheques escreva: “Ref. favores sexuais”.
9) Sempre que alguém lhe falar alguma coisa, responda: “isso é o que você pensa”.
10) Termine todas as suas frases com: “de acordo com a profecia”.
11) Ajuste o brilho do monitor para que ilumine toda a sua área de trabalho. Insista com os outros que você gosta desse jeito.
12) Não use pontuações.
13) Sempre que possível, pule em vez de andar.
14) Pergunte às pessoas de que sexo elas são. Ria histericamente depois que elas responderem.
15) Quando estiver em um drive-thru, especifique que o pedido é para viagem.
16) Cante junto na ópera.
17) Vá a um recital de poemas e pergunte por que os poemas não rimam.
18) Descubra onde o seu chefe faz compras e compre exatamente as mesmas roupas. Use-as um dia depois que o seu chefe usá-las. Isso é especialmente efetivo se o seu chefe for do sexo oposto.
19) Mande e-mails para o resto da empresa para dizer o que você está fazendo. Por exemplo: “Se alguém precisar de mim, estarei no banheiro, na cabine #3″.
20) Coloque uma tela de mosquitos ao redor do seu cubículo. Toque um Cd com sons da floresta durante o dia inteiro.
21) Com cinco dias de antecedência, avise aos amigos que você não poderá ir à festa deles porque não está no clima.
22) Ligue para o CVV e não fale nada.
23) Faça seus colegas de trabalho lhe chamarem pelo seu apelido, Duro na Queda.
24) Quando sair dinheiro do caixa eletrônico, grite.
25) Ao sair do zoológico, corra na direção do estacionamento gritando “Salve-se quem puder, eles estão soltos!”.
26) Fale para o seu chefe: “não, são as vozes na minha cabeça”.
27) Na hora do jantar, anuncie para os seus filhos: “Devido à nossa situação econômica, teremos de mandar um de vocês embora”.
28) Todas as vezes que encontrar uma vassoura, grite: “Amor, sua mãe chegou!”. E o último jeito de manter um nível saudável de insanidade…
29) Mande esse e-mail para todos da sua lista de endereços, mesmo que eles tenham mandado para você ou tenham pedido para você não mandar e-mails como esse.
Diferença
À noitinha, você olha todo mundo e se pergunta a onde será que eles estão indo?
De manhã, você olha todo mundo e se pergunta onde será que eles estão chegando?
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Válvula de escape
terça-feira, 8 de abril de 2008
Inútil
Save Room
Save Room
Say that you'll stay a little
dont say bye-bye tonight
say you'll be mine
just a little bit of love
is worth a moment of your time.
Knockin' on your door just a little
it's so cold outside tonight
let's get a fire burning
oh I know I'll keep it burning bright
if your stay, wont you save, save
Save room for my love
Save room for a moment to be with me
Save room for my love
Save a little, save a little for me
Won't you save a little
Save a little for me
This just might hurt a little
love hurts sometimes when you do it right
dont be afraid of a little bit of pain
pleasure is on the other side.
Let down your guard just a little
i'll keep you safe in these arms of mine
hold on to me pretty baby
you will see I can be all you need if you stay
won't you save, save
Oh c'mon, make time to live a little
don't let this moment slip by tonight
you'll never know what you're missing
'till you try, ill keep you satisfied if you stay
won't you save, save
domingo, 6 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Força estranha
Rainer Maria Rilke,Cartas do poeta sobre a vida, pág. 191, editora Martins, Martins Fontes
He's under my skin
quinta-feira, 3 de abril de 2008
O fator mulher
As mulheres inteligentes sabem que ...
1. experiência é o que você obtém quando não obtém o que quer.
2. se um homem age como se pudesse conquistar todas as mulheres da sala, ele pode tentar fazer exatamente isso.
3. homens casados que saem com outras mulheres são como as ostras: uma em um milhão tem uma pérola dentro, o resto é apenas lixo.
4. se ele insinuar que a esposa dele não gosta de sexo ou não gosta dele, você deveria se dar conta que ela provavelmente tem seus motivos.
5. não se deve culpar as mulheres do passado de um homem até ter bastante conhecimento de todos os fatos.
6. embora você possa ser a mulher certa, o homem errado continuará sendo sempre o homem errado.
7. chorar é algo que se faz em casamentos e funerais e não nas noites de sábado.
8. estar casada com o homem errado é como estar na prisão - a diferença é que você precisa preparar suas próprias refeições e as dele.
9. viver com o homem errado pode ser mil vezes mais solitário do que viver sem nenhum.
10. a única pessoa com quem você é totalmente compatível é com você mesma.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Todos os caminhos levam a Roma
Pesquisa sobre os dois favoritos: Lucius Vorenus e Titus Pullo
Lucius Vorenus (conhecido também como Lucius Varenus em algumas traduções) foi um dos dois soldados da 11ª Legião (Legio XI Claudia antes de sua desmobilização e subseqüente remobilização por César Augusto) mencionados num dos livros pessoais de Júlio César. O outro soldado mencionado foi Titus Pullo.
Uma moeda romana do tipo Antoniniano mostrando um pilo e um globo.Ele aparece, junto com Pullo, no capítulo 44 do 5° livro de César, De Bello Gallico. O episódio descreve os dois como centuriões, ambos subindo aos primeiros postos da legião, que compartilhavam uma amarga rivalidade. O livro narra como Pullo ataca o inimigo nérvio (belgas) no auge da batalha. Ele arremesa seu pilo em um inimigo a curta distância, mas em troca é perfurado por uma lança e é cercado por outros nérvios, o que o impede de desembainhar sua espada. Naquele momento, o seu rival Vorenus, que o seguiu desde as fortificações, alcança o local da escaramuça e desvia a atenção dos inimigos atacando-os. Após matar um dos inimigos e forçar uma recuo do resto, Vorenus perde o equilíbrio no terreno irregular; e quando os nérvios chegam mais perto dele, Pullo vem ao seu resgate e, depois de matar vários de seus oponentes, os dois recuam para as fortificações entre aplausos estrondosos de seus camaradas.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Putz
quarta-feira, 26 de março de 2008
Audreys

segunda-feira, 24 de março de 2008
Vícios
Vício por tecnologia pode destruir relações, diz especialista. A tecnologia tem o poder de ser tão viciante quanto álcool e drogas e também pode destruir relacionamentos pessoais e profissionais, disse um especialista.
John O'Neill, diretor de tratamento de vícios da Clínica Menninger em Houston, Texas, refere-se a isso como "sobrecarga de tecnologia" após ver comportamento compulsivo em seus pacientes quanto a telefones celulares ou e-mails.
"Eu acho que eles dividem alguns dos mesmos componentes que pessoas viciadas em álcool ou drogas, quando começamos a ver que alguém realmente não pode deixar isso de lado e parar de usá-lo mesmo quando há consequências", disse O'Neill em uma entrevista por telefone.
"Nós podemos nos sobrecarregar pela tecnologia e sofrer as consequências em nossos relacionamentos", acrescentou.
As observações de O'Neill são apoiadas por psicólogos que classificaram o vício por tecnologia como uma doença impulsiva que pode ser tão danosa socialmente quanto o alcoolismo, vício em jogo e drogas.
A organização Internet/Computer Addiction Services localizada em Redmond, Estado norte-americano de Washington, que promove programas de tratamento e terapia, estima que entre 6% e 10% dos cerca de 189 milhões de usuários de Internet dos Estados Unidos são dependentes de tecnologia.
O'Neill complementou que são sinais de relação insalubre com a tecnologia o uso de mensagem de texto, e-mail e mensagem de voz quando o contato pessoal seria mais apropriado, ou limitar o tempo com amigos e família para verificar e-mails, retornar ligações ou navegar na Internet.
Ainda ontem
Ainda ontem, ela estava sentada em frente ao micro quando decidiu que não iria mais escrever. Nenhum trabalho, nenhum soco, nenhum amor. Iria ficar calada, presa à cadeira, feito um transgressor qualquer em processo de punição e remorso. Ainda ontem, antes de chegar no escritório, ela havia pego o telefone do quarto várias vezes antes de decidir que nunca mais iria usá-lo do mesmo modo que deixaria também esquecido no armário o manto de lã e obediência que a acompanhara desde o início. Ainda ontem, segurando o aparelho, ela ouvira o ruído desbotado de uma voz que quase nada mais dizia, mesmo que um registro de tom e tempo e carinhos tivessem ficado gravados feito o título de um último disco. Ainda ontem, deitada sobre as cobertas, ela havia revivido, nas folhas amassadas de um caderno, as férias de uma semana, onde o sol da cordilheira havia brilhado menos do que o par de olhos que sentara a seu lado, interrompendo-a com perguntas prontas de turista. Ainda ontem, ela havia esquecido, uma a uma, as respostas que dera sem perceber o homem e o anel de verbos que a circundariam. Ainda ontem, um pouco antes de acordar, ela havia caído sobre o colchão de um amontoado de sensações alquebradas, deixando escapar de si mesma a vistoria interna de sua inteligência e o narcisismo romântico do que um dia fora uma menina. Ainda ontem, durante a madrugada, ela havia despertado diversas vezes com dúvidas rompendo seus pensamentos, sugerindo a primeira lista de mutilações e cãibras e, de cada dor revelada, um detalhe havia crescido feito a sua entrega na vez em que abrira a porta no hotel. Ainda ontem, tomando uma xícara de erva doce, indiferente à televisão solidária, ela havia recordado o sabor do chá de coca que poetizara suas risadas e o quanto elas haviam sido beijadas. Ainda ontem, subindo as escadas, ela tinha ouvido a própria voz repetindo sozinha o que sentira ao viajar com ele, vendo em seu rosto queimado um imenso Vale Sagrado. Ainda ontem, dirigindo para casa, ela havia cantarolando no carro you can tell everybody this is your song sem se dar conta de que há muito ela se transformara em uma boneca muda.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Bat Bartira
Bat Bartira depois do banho numa sexta-feira à noite, secando o corpo pelo quarto, a toalha verde esfiapando, o tubinho preto em cima da cama. Ela acionando o radar encontra penduricalhos e meias. Cantarolando o mesmo ritmo que ouve, sem parar, no som do carro. O flamante vermelho que a leva de lá para cá quando nada acontece em lugar algum. Ou quando acontece. Como no bar de paredes azuis, que a deixam com os olhos azuis, o sangue azul. Lá onde um filme a cores se sente desbotado. Onde seu visual preto no branco se sente colorido.
São dez horas. O horário começa a apertar. As casas noturnas não esperam muito. As mulheres atacam os melhores pedaços, raivosas. O duelo de sapatos de salto é livre, iluminado pelas cabeleiras acesas em mechas variadas e encurralado pelos sorrisos engomados das presas de terno e gravata. Bat Bartira costuma se sair bem em qualquer ataque. Domina os mecanismos da cidade. Mas, não pode se atrasar mais que meia hora. Aí perde o pique e é preciso mais que álcool para esquentar sua tubulação. Vira Bat Bartira moça instantânea. Pó formatado em tamanho mini.
São dez horas e quinze minutos e Bat Bartira ainda não saiu do quarto. Sentou na cama para calçar as botas de cano longo e bico fino. Elegância que alonga suas pernas na mesma medida em que as tortura. Tudo pela beleza é um de seus chavões. Quem dera tivesse mais de um metro e setenta. Quem dera tivesse mais de um e sessenta. Não tem. Então, inclina-se sobre os joelhos e repassa os detalhes de seu plano A, lembrando-se de que pode usar o plano B. B de Bat Bartira, murmura.
São dez horas e trinta minutos. Bat Bartira está entrando no elevador. O suor aparecendo sob as axilas, competindo com o perfume comprado à prestação. Faz tempo que o dinheiro encolheu junto com as crianças. Todas as que quase teve, as que ia ter como ela mesmo diz, e depois mudou de idéia em uma clínica. Bat Bartira não gosta de encher balões, não sabe fazer filhos do começo ao fim. Sempre dá um jeito de cancelar a agenda. É campeã universal em evitar vínculos, exceto com o que lhe cobre o corpo. É dar de cara com um casaco de couro e pronto: lá vai Bat Bartira desnuda mergulhando em nova embarcação.
São onze horas. Os faróis do carro estão acesos. Bat Bartira beira o sublime, acariciando o espelho retrovisor enquanto sorri. Às vezes, é preciso um sorriso, nem que seja para não perder o treino, contar um a um os enormes dentes e lembrar como é mesmo que se canta qualquer tum tum. A vida me custa cara para que eu a economize, melhor mostrar-me superior ao que realmente sou, de repente ela diz. E os segundos se desprendem criando ouvidos. E a velocidade surge viva, girando as rodas de decidido motor. A porta da garagem não abre. Ela não se incomoda, acelera o sangue e não volta atrás. Bate Bartira.
quarta-feira, 19 de março de 2008
E felicidade é?
Raindrops keep fallin' on my head
And just like the guy whose feet are too big for his bed
Nothin' seems to fit
Those raindrops are fallin' on my head, they keep fallin'
So I just did me some talkin' to the sun
And I said I didn't like the way he got things done
Sleepin' on the job
Those raindrops are fallin' on my head, they keep fallin'
But there's one thing I know
The blues they send to meet me won't defeat me
It won't be long till happiness steps up to greet me
Raindrops keep fallin' on my head
But that doesn't mean my eyes will soon be turnin' red
Cryin's not for me
'Cause I'm never gonna stop the rain by complainin'
Because I'm free
Nothin's worryin' me
it won't be long till happiness steps up to greet me
Raindrops keep fallin' on my head
But that doesn't mean my eyes will soon be turnin' red
Cryin's not for me
'Cause I'm never gonna stop the rain by complainin'
Because I'm free
Nothin's worryin' me
E You tube goes to meus filmes favoritos
Futuros amantes
Excessos
terça-feira, 18 de março de 2008
Explode You Tube
My one and only love
The very thought of you makes
My heart sing
Like an April breeze
On the wings of spring
And you appear in all your splendour
My one and only love
The shadows fall
And spread their mystic charms
In the hush of night
While you're in my arms
I feel your lips so warm and tender
My one and only love
The touch of your hand is like heaven
A heaven that I've never known
The blush on your cheek
Whenever I speak
Tells me that you are my own
You fill my eager heart with
Such desire
Every kiss you give
Sets my soul on fire
I give myself in sweet surrender
My one and only love
The blush on your cheek
Whenever I speak
Tells me that you are my own
You fill my eager heart with
Such desire
Every kiss you give
Sets my soul on fire
I give myself in sweet surrender
My one and only love
moon river
Moon River, wider than a mile,
I'm crossing you in style some day.
Oh, dream maker, you heart breaker,
wherever you're going I'm going your way.
Two drifters off to see the world.
There's such a lot of world to see.
We're after the same rainbow's end--
waiting 'round the bend,
my huckleberry friend,
Moon River and me.
Far away so close
Green light, Seven Eleven
You stop in for a pack of cigarettes
You don't smoke, don't even want to
Hey now, check your change
Dressed up like a car crash
Your wheels are turning but you're upside down
You say when he hits you, you don't mind
Because when he hurts you, you feel alive
Hey babe, is that what it is
Red lights, gray morning
You stumble out of a hole in the ground
A vampire or a victim
It depend's on who's around
You used to stay in to watch the adverts
You could lip synch to the talk shows
And if you look, you look through me
And when you talk, you talk at me
And when I touch you, you don't feel a thing
If I could stay...
Then the night would give you up
Stay...and the day would keep its trust
Stay...and the night would be enough
Faraway, so close
Up with the static and the radio
With satelite television
You can go anywhere
Miami, New Orleans
London, Belfast and Berlin
And if you listen I can't call
And if you jump, you just might fall
And if you shout, I'll only hear you
If I could stay...
Then the night would give you up
Stay...then the day would keep its trust
Stay...with the demons you drowned
Stay...with the spirit I found
Stay...and the night would be enough
Three o'clock in the morning
It's quiet and there's no one around
Just the bang and the clatter
As an angel runs to ground
Just the bang
And the clatter
As an angel
Hits the ground
os cegos do castelo
Eu não quero mais mentir
Usar espinhos que só causam dor
Eu não enxergo mais o inferno
que me atraiu
Dos cegos do castelo me despeço e vou
A pé até encontrar
Um caminho
O lugar
Pro que eu sou
Eu no quero mais dormir
De olhos abertos me esquenta o sol
Eu não espero que um revolver venha
explodir
Na minha testa se anunciou
A pé a fé devagar
Foge o destino do azar
que restou
E se você puder me olhar
E se você quiser me achar
Se você trouxer o seu lar
Eu vou cuidar
Eu cuidarei dele
Eu vou cuidar
Do seu jardim
Eu vou cuidar
Eu cuidarei muito bem dele
Eu vou cuidar
Eu cuidarei do seu jantar
Do céu e do mar
E de você e de mim
segunda-feira, 17 de março de 2008
peixe
sábado, 15 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Interrogações

quinta-feira, 6 de março de 2008
Humanos
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
No aquário
sábado, 19 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Mrs. Harris
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
E o barquinho vai...
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Números
Fraturas: 2
Injeções na barriga:12
Exames de sangue:26
Quilos a menos:4
Quilos a mais:3
Caixas de Marcoumar: 4
Viagens a cidade natal: 2
Atentados organizados por Medusa: 2
Vontade de esganar Medusa: 365
Lágrimas de crocodilo: zero
Lágrimas de sangue: oceânicas
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Desabafo
Dois calos nos dedos da mão.
Horas e horas sentada.
Sábados, domingos e feriados aprendendo,
memorizando, fazendo exercícios e agora
essa história de que o concurso não vai sair.
Gira mundo, gira ano, gira tudo e gira nada
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
O mundo vermelho de cada dia
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Memórias de um átomo
como começaria as suas memórias?
Falaria do passado para justificar o que se é?
Ou daria um pulo para o futuro a fim
de mudar e mudar e mudar?
Se fosse mais que um átomo saberia
responder de que se trata a questão
ou continuaria no beco humano
do dia-a-dia?
Se encontrasse um próton e um nêutron,
deixaria um elétron entrar no elo, ou o expulsaria
com eletrochoques?
Se fosse além de uma partícula e reorganizasse o cosmo
e suas explosões, seria mais feliz ou continuaria sendo
sempre o mesmo atônito e atômico ser?
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
sábado, 3 de novembro de 2007
Se for possível
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
No quarto andar
feito o tecido
esburacado.
O menino de lá para cá
procurando
a quem não
acha e nem sabe
o porquê.
A mãe empurrando o sono
atrasado
enquanto a louça
vai sendo depositada na pia.
E o cachorro na janela
certo de que lá fora
caminham os gatos
que ele gostaria de ser.
Dia dos mortos
Bomba caseira em bairro de classe média
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
O imbecil do leite
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Bonequinha de Lixo
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Quem sabe um dia?
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Detesto com D maiúsculo
medusa
santa catarina
garotas de ipanema
miúdos de galinha
acordar cedo
esmalte escuro
loira de farmácia
cheiro de cerveja
estacionar
bagunça
sujeira
matemática
prepotência
música sertaneja
grosseria
burrice
bêbados
drogados
impotência
puxa-sacos
submissos
sapato apertado
resfriado
música alta
traça
barulhos
misticismo
moralismo
preconceitos
fofoca
msn
gente virtual
gente imoral
kanuh
e
francisford.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Blogueiro com a cabeça no lugar
blogueando com luvas de pelica
a criminalidade floresce sempre no mesmo lugar.
Tropa de elite e bolsa de onçinha,
invadindo, roçando e manipulando,
quando a ficha cai,
eles querem calar a boca.
Atirando pedras na vidraça da casa branca,
detalhes que os blogs de esquerda gostam de ocultar,
simples: copia e cola,
com medo do bicho papão
a farsa antiprivatista.
Fuzilar é preciso?
Monitorando o ribimboca,
a pessoa que você ama é 72% água!
Receita número 1
Ingredientes :
1 galinha, ou um frango ou um GALO ;
0,5 dl de azeite ;
3 colheres ( sopa ) de vinagre ;
1 cebola grande ;
2 dentes de alho ;
100 gr de toucinho ;
1 folha de louro ;
1 malagueta ;
1 tigela de arroz ;
Sal q.b.
Confecção :
Aproveite o sangue da galinha, frango ou GALO deitando-o numa tigela com três colheres de sopa de vinagre para que não coalhe. Numa panela, ponha a refogar no azeite a cebola e os alhos picados. Junte-lhe a carne cortada aos bocados pequenos e os miúdos ( excepto o fígado ), o toucinho cortado, o louro e a malagueta cortada ao meio.Refogue tudo, tempere com sal e deixe estufar em lume brando. Cubra a carne com água quente, tape a panela e deixe cozer até ficar macia. Depois de cozida retire-a e rectifique a água para que fique na proporção de 3/1 para a cozedura do arroz. Assim que levantar fervura junte o arroz.Três ou quatro minutos antes de ficar pronto junte o sangue, misture-o bem, junte também a carne e deixe apurar.
Pela semana
Ontem: Tantas vozes ao mesmo tempo roubam o significado de cada palavra. Feito tambores, incomodam os meus ouvidos enquanto me lembram de ser um soldado. Eu devo ser um soldado e tenho de construir a minha própria trincheira, um buraco para a falsa impressão de segurança que a vida e que as outras pessoas nos emprestam.
Hoje: sorrindo, ele diz - uma mentira dita várias vezes se torna uma realidade-. Depois completa com a pérola de plástico - cada um coloca o que quer onde acha que deve colocar-. Eu estico as pernas e os braços, bocejo e nem me espanto por não sentir um choque.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
O punhal que habita o meu lar
corta o avesso
sem perceber o direito
afia a dor
confiando na lâmina
que o cega.
O punhal que habita o meu lar
precisa partir em duas
a fúria
sair de férias
ou de licença
para trazer de volta
o que um dia
amou sem saber
o que sentia.
Uma vida em meio a farofas
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Um pouco perdidos
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
É preciso saber viver
"Quem espera que a vida
seja feita de ilusão
pode até ficar maluco
ou morrer na solidão
é preciso ter cuidado
pra mais tarde não sofrer
é preciso saber viver
Toda pedra no caminho
você pode retirar
numa flor que tem espinhos
você pode se arranhar
se o bem e o mal existem
você pode escolher
é preciso saber viver."
(Titãs)
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Na multidão
Estive no centro da cidade. Fui comprar tecidos e linhas para costurar um Salsicha e um vilão. O meu pequeno bípede quer fazer marionetes. Tem de fazer para uma atividade da escola. Eu como uma convicta bípede materna, coloco minhas habilidades para trabalhar. A noite vai ser engraçada. Vamos recortar e costurar até ficar bom, porque o meu bipedezinho é exigente; tem refinado senso estético para tão pouco tamanho e fica horrorizado diante do enigma do complexo da garota de Ipanema. Nem ele, nem eu compreendemos o que move montanhas de mulheres e silicones pela cidade. De vez em quando, ele grita: mãe, vi uma vovó fantasiada de Barbie. Gosto e critica herdados de mim. Um viva para nós! E um viva para o centro da cidade. Não é limpo. É bagunçado. Tem ambulante gritando corre, corre, polícia! E tem, também, ambulante gritando pega, pega, ladrão. Tanta gente, tantas etnias. Na Dr. Flores, caminhavam quatro homens vestidos a La Bin Laden. Na porta do táxi lotação, um rapaz falava o quanto quer ser despedido e não consegue. Eu só observando, registrando os rostos e os cheiros irresistíveis de tão cheios de verdades.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Todo amor que houver nessa vida
Segue a letra da música. Com certeza, existem os que podem ouvi-la mesmo sem o som.
Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcance em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão, e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Aplausos
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Mais ou menos assim
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J.Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história porque não tinha Internet.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
O caráter íntimo da dor
Sair da desvantagem para um recanto onde não existe nada.
Abandonar o baralho imperfeito, mesmo sentindo uma nítida pontada.
Esconder a vaidade ferida em sua memória de longo alcance, protegendo a raiz de meu mundo.
Longe da sensação de violência iminente, deslocar a consciência súbita do divertimento insensível.
De modo reservado e descolorido, invisível ao bote inevitável e aos buracos de olhos tingidos, descobrir o que me salva e sobre o que há escolha.
Não me acostumar com o perigo. Não habitar a proximidade, nem perder a noção de alguma linha sagrada.
Preservar o desejo de não ser um humano logrado.
Em uma ilha de repouso, não me afastar da essência.
Ao som dos temores nunca mencionados, diminuir a distância dos passos movediços, das reedições e suas conseqüências.
Sem a intenção de ser justa, esmagar o mal e não desligar a bondade.
Bater de porta em porta à procura do amor extraviado, da marca da diferença e da circunferência de meu deserto.
Como em uma linha de apoio e de identidade, antídoto da anestesia que lateja a dor refinada em vermelho, registrar a devastação e a hemorragia, congelando o horror de ser atacada em casa e não na selva por alguma fera.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Pedras e mais pedras
Sempre em frente
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Sobre a dor
Pode ser pálida por falta de vida.
Vermelha e líquida por rebelião.
Pode ser escura e fatal como um final infeliz.
A dor pode viver escondida,
roendo a existência e as relações.
Mas pode ser leal a seu dono
e gritar e emergir para protegê-lo.
Pode ignorar os clichês
e andar de mãos dadas com os dias
feito um cubo mágico do amor.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Líquida e vermelha
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Inacabado pessoal
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Medos
domingo, 2 de setembro de 2007
Vai e vem
Nada de mais
A divina comédia de não estar no meio do caminho. De não ser poeta, nem esperta e de ter de reeducar outra vez uma das pernas. Os ouvidos fartos de tantos sons. A boca cansada de tantas palavras. Ei, alô, o que é isso? Gente dizendo eu te amo e não te amo e perguntando você me ama e não me ama e o bem-me-quer, mal-me-quer de flores que nunca são colhidas. Você querendo apenas concentrar-se um pouco em si. Nada de mais. Mas também nem de menos. Um pouco de ar ou de infância. Um copo de leite fresco na ausência de um colo sólido. Um tapete mágico e macio nos tombos. Sentir-se menos exigida, entrando em férias de quem quer que habite em si. Talvez, uma imersão em uma sala escura de já demolido cinema. Da época em que, nas ruas, caminhavam feito irmãs a realidade e a harmonia.
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Submissão
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Escadaria
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Tique-Taque
sábado, 11 de agosto de 2007
Soldado obediente
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Um único líquido
capinando sol, aguando aqui.
Cada um é de um jeito.
Ou são todos iguais?
Na garrafa depositam um único líquido,
gelado ou aquecido.
Uns se embebedam,
outros se ignoram
e não param de rir.
Martelam maldades
por falta de pregos e vontade.
Nem samba, nem dança
para palhaço, de preto e branco,
primeiro ou quinto, sim,
tanto faz, vestir.
A ordem revela as dores,
pigmenta a memória
e esfacela,
pintada e violenta,
a face
da criatura
dispersa
quieta
e
com um fim.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Caça palavras
quarta-feira, 25 de julho de 2007
De amor e de aço
domingo, 22 de julho de 2007
Caixa de silêncio
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Espelho Retrovisor
terça-feira, 26 de junho de 2007
O pomar de seu sangue
as mulheres surgem na tela.
Afrodite, Dudinha, Loira Gaúcha.
A bípede derrapa na surpresa e se
quebra em dor.
A vida em meio a ficção.
Ela, adormecida no afeto, não quer acordar.
Tem se apegado à família como uma fruta no pé.
Teme as mãos frias gulosas de outros seres.
Preserva o pomar de seu sangue.
Há milênios, ela acaricia a terra que fecunda.
Guarda as sombras e o pó, arando o sol.
Mas a chuva não chega fina.
O trovão derruba o tronco, o galho e a folha.
A raiz, sem brincar, se esconde.
Cala a voz e espera
Falta sopro, falta sede.
para perder o próprio nome.
Feito fantasmas
domingo, 24 de junho de 2007
Mundo animal
sábado, 16 de junho de 2007
Era uma vez
quinta-feira, 14 de junho de 2007
silêncios
desejo na ponta dos dedos.
Um custo alto em uma sociedade
financiada a dor.
Uma criatura escoando memórias
a garimpar luzes em meio a chuva
de uma semana.
O corpo unido ao cérebro de
um amor acuado
e cozido em prato.
O afeto represado em
folhas coloridas
no silêncio
do silêncio
de planos
mutilados
apartados
e sem fim.
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Pernas para que te quero
sexta-feira, 8 de junho de 2007
De rua e cotidiano
quarta-feira, 6 de junho de 2007
About men and mice
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Semi-vazia
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Gota d'água
Já estanquei meu sangue quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Pro desfecho da festa
Por favor
Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota d'água.
Chico Buarque (1975)
terça-feira, 29 de maio de 2007
Longe de um hotel cinco estrelas
.
domingo, 27 de maio de 2007
Outros bens
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Poema sem título e sem compaixão por uma amiga em dificuldades
Beijo da bípede!
Foi coberta por uma
Invisível poeira ao longo do tempo,
Partículas de angústias,
fragmentos de injustiças,
coágulos indissolúveis de
uma solidão sem fim.
E floresceu na menina,
Como quem floresce de
Fora para dentro, a absurda
Flor das entranhas.
Não uma flor orgânica,
inválida e retorcida.
Nasceu ali uma flor,
assim Lelena.
Por razões imprecisas,
Não pode ser tocada,
Não pode ser colhida,
Límpida flor que arde
Sozinha.
É dela que surge o soluço fora
De hora, o choro ácido,
O poema corrosivo.
Ninguém vai vestir a sua pele,
A página onde escreve
versos brutais.
Escreve na carne
o poema áspero de
uma queixa profunda,
de uma dor.
Assim Lelena.
Não de modo adequado,
quando cospe na
mão suspeita e caridosa,
e brinca com
a lógica dos malucos.
Se a poesia sangra,
é porque tem
Horror da palavra gasta,
um nojo Antigo.
de não dizer o indizível.
Da flor brota
a sensualidade esquisita
de não ser amor pungente.
Brota a tortura,
uma chuva de cinzas,
ou de comoventes pétalas
de paixão.
Um desejo febril de
vida jorra e conspira
contra a mecânica ancestral da
perversidade.
De uma flor exaurida,
assim Lelena, já vai
surgir uma nova, como
as cobras que se
livram da casca.
Uma assim Lelena,
Que respira e avança,
Determinada.
Porto Alegre 23 de maio de 2007.
Paulo Tiaraju
terça-feira, 22 de maio de 2007
Meu pequeno bípede e as gurias
Pro dia nascer feliz
sexta-feira, 18 de maio de 2007
A gente não ama o tempo inteiro
quinta-feira, 17 de maio de 2007
O direito de comprar sapatos
terça-feira, 15 de maio de 2007
Reconstrução
Minha querida Mariana
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Recordações da casa dos vivos
Leituras a partir de 1 de janeiro de 2012
Leituras a partir de 1 de janeiro de 2011
2.Diário de um banana - Jeff Kinney
3. Poemas escolhidos, seleção de Vilma Arêas - Sophia de Mello Breyner Andresen
4. Oportunidade para um pequeno desespero - Franz Kafka
5. Venenos de Deus, remédios do Diabo - Mia Couto
6. Ventos do Apocalipse - Paulina Chiziane
7. Para gostar de ler - Contos Africanos
8. Vinte e zinco - Mia Couto
9. O Vendedor de passados - José Eduardo Agualusa
10. O Fazedor - Jorge Luís Borges
11. Terra Sonâmbula - Mia Couto
12. Barroco Tropical - José Eduardo Agualusa
13. Quem de nós - Mario Benedetti
14. O último voo do flamingo - Mia Couto
15. A carta de Pero Vaz de Caminha: o descobrimento do Brasil - Silvio Castro
16. Na berma de nenhuma estrada e outros contos - Mia Couto
17.O reino deste mundo - Alejo Carpentier
18. Como veias finas na terra - Paula Tavares
19. Baía dos Tigres - Pedro Rosa Mendes
20. O português que nos pariu - Angela Dutra de Menezes
21. Cem anos de solidão - Gabriel Garcia Marquez
22. Vermelho amargo - Bartolomeu Campos de Queirós
23. Meu tipo de garota - Buddhadeva Bose
24. Tradutor de Chuvas - Mia Couto
25. O livro das perguntas - Pablo Neruda
26. O fio das missangas - Mia Couto
27. Luka e o fogo da vida - Salman Rushdie
28. Pawana - J.M.G. Le Clézio
29. O africano - J.M.G. Le Clézio
30. O pescador de almas - Flamarion Silva
31. Um erro emocional - Cristovão Tezza
32. O amor, as mulheres e a vida - Mario Benedetti
33. A cidade e a infância - José Luandino Vieira
34. História do olho - Georges Bataille
35. Destino de bai- antologia de poesia inédita caboverdiana
36. O tigre de veludo- E. E. Cummings
37. Poesia Soviética - Seleção, tradução e notas de Lauro Machado Coelho
38. A cicatriz do ar - Jorge Fallorca
39. Refrão da fome - J.M.G. Le Clézio
40. As avós - Doris Lessing
41. Vozes Anoitecidas - Mia Couto
42. O livro dos guerrilheiros - José Luandino Vieira
43. Trabalhar cansa - Cesare Pavese
44. No teu deserto - Miguel Sousa Tavares
45. Uma canção para Renata Maria - Ediney Santana
46. Sete sonetos e um quarto - Manuel Alegre
47. Trópico de Capricórnio - Henry Miller
48. Sinais do Mar - Ana Maria Machado
49. Carta a D. - Andre Gorz
50. E se o Obama fosse africano? E outras interinvenções - Mia Couto
51. De A a X - John Berger
52. Diz-me a verdade acerca do amor - W.H. Auden
53. Poemas malditos, gozosos e devotos - Hilda Hilst
54. Outro tempo - W.H. Auden
55. nem sempre a lápis - Jorge Fallorca
56. Elvis&Madona - Luiz Biajoni
57. Budapeste - Chico Buarque
58. José - Rubem Fonseca
59. Axilas e outras histórias indecorosas - Rubem Fonseca
60. Instruções para salvar o mundo - Rosa Montero
61. A chuva de Maria - Martha Galrão
62. Rimas da vida e da morte - Amós Oz
63. Aqui nos encontramos - John Berger
64. Pensatempos textos de opinião - Mia Couto
65. Os verbos auxiliares do coração - Péter Esterházy
66. Cartas a um jovem poeta - Rainer Maria Rilke
67. A canção de amor e de morte do porta-estandarte Cristovão Rilke - Rainer Maria Rilke
68. Adultérios - Woody Allen
69. Quem me dera ser onda - Manuel Rui
70. Satolep - Vítor Ramil
71. Homem Comum - Philip Roth
72. O animal agonizante - Philip Roth
73. Paisagem com dromedário - Carola Saavedra
74. Não te deixarei morrer, David Crockett - Miguel Sousa Tavares
75. Orelhas de Aluguel - Deonísio da Silva
90. Uma mulher -Péter Esterházy
Leituras a partir de 19 de Julho de 2010
2. Nem mesmo os passarinhos tristes - Mayrant Gallo
3. Um mau começo - Lemony Snicket
4. Recordações de andar exausto - Mayrant Gallo
5. Ladrões de cadáveres - Patrícia Melo
6. O mar que a noite esconde - Aramis Ribeiro Costa
7. Há prendisajens com o xão - Ondjaki
8. E se amanhã o medo - Ondjaki
9. O último leitor - Ricardo Piglia
10. Par e ímpar - Tatiana Druck
11. Paris França - Gertrude Stein
12. Quirelas e cintilações - Luiz Coronel
13. AvóDezanove e o segredo do soviético - Ondjaki
14. Luaanda - José Luandino Vieira
15. Poemas para Antonio - Ângela Vilma
16. Estranhamentos - Mônica Menezes
17. A vida é sonho - Calderón
18. A varanda do Frangipani - Mia Couto
19. Um copo de cólera - Raduan Nassar
20. Antes de nascer o mundo - Mia Couto
21.Lavoura Arcaica - Raduan Nassar
22- Poemas da ciência de voar e da engenharia de ser - Eduardo White
23. Manual para amantes desesperados - Paula Tavares
24. Materiais para confecção de um espanador de tristezas - Ondjaki
25. Milagrário Pessoal - José Eduardo Agualusa
26. Felicidade e outros contos - Katherine Mansfield
27. Estórias abensonhadas - Mia Couto
28. Fábulas delicadas - Eliana Mara Chiossi
29. O Ulisses no Supermercado - José de Assis Freitas Filho
30. Cartas Exemplares - Gustave Flaubert
31. A Moça do pai - Vera Cardoni
32. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra - Mia Couto
33. Dentro de mim faz sul seguido de Acto Sanguíneo - Ondjaki
34. Bonequinha de Luxo - Truman Capote
35. 125 Poemas - Joaquim Pessoa.






