segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Diabinho de saias

Tem de aprender  algumas coisas e não aprende. Erra o doce, a tal querida, e desandam os ovos que eram para ser moles e acabaram fritos, quase como os tomates verdes e fritos  daquele filme acusado de ser feito para diabinhos de saias, filme visto em algum lugar do passado, da época em que o super homem piscava o olho e abria a capa sobre a cabeça da tal querida que erra  medidas, mas troca receitas e brinca de Martha, simplesmente Martha, comendo ideias e derretendo sanduiches a qualquer hora do dia ou da  madrugada.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Gosto capital

Devora as migalhas que distribui enquanto caminha pelo próprio labirinto. Devora sem fome e sem pressa, devora por dever ou avareza, para construir no estômago uma igreja de gosto capital, tão capital quanto a hemorragia de soberba que usa para lamber as fraturas impermeáveis da sua falta  de solidariedade e de inspiração.

Mania de deus

Bebe o café quente sentada no sofá com os pés sobre a mesa de centro, os mesmos pés que tropeçaram na escada e desentortaram a sua visão de mundo até então descalça e macia como os pés de um bebê, ela que via em um par de sapatilhas o acetinado falso de um  rosa perfeito em outras meninas mais suaves mas menos decididas, talvez de modos mais impecáveis e cabelos mais alinhados que os seus, que sobre a sua cabeça passeava sempre um vento quando não um ventania, ventania explícita de seus tantos eus, mosaicos de seu inteiro um, um inteiro sem fé nos assuntos de fé, plenamente, convicto da presença maciça de suas artimanhas, convicto do horror camuflado de rezas, da preguiça e dos egocentrismos camuflados de rezas, orações em nome de um e outro santo, de santas mães e santas mulheres, uma santa ceia de santas, muitas, inúmeras, incontáveis santas feridas, iludidas e perdidas em nome de alguém incompetente e com eterna mania de deus.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Da arte das nuvens II

Lá onde se guarda a chuva que nunca cai, recolhem-se as saudades hidratadas com o sorriso das nuvens, fronteira e regresso da ternura transparente das viagens não adormecidas em  branco dentro das minhas palavras.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Coitadinha again

Fala sério, coitadinha, você vai mesmo colocar um vestidinho leve e sair para comer pérolas enquanto a dona concha não vem, e vai assim com esse reboladinho redondo feito um colar perdido do anel, olha que um anel pode desencadear vários senhores e com vários tamanhos de pés, pés demais até para a sua sapateira, que  você não sabe andar de pisante, que o seu lance é andar descalça, solitária e sem barbante, oh, coitadinha.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sopa

E esse verbo que não cicatriza e se submete, perdido no tempo, à maldade  da  sua memória e que vem delicado como se em porcelana tivesse sido servido antes de cair em pedaços pelos vãos da sua essência, transbordado de faltas e estrangeiro no desenho de cada letra, nàufrago e falível pelo sangue que escapa da sua boca?

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Da coitadinha

Criatura, se tu  fosses uma princesa, eu te perguntava: por que não te calas e dava o assunto por encerrado, e sem pensar duas vezes, porque tua nobreza exigiria um certo respeito. Mas, criatura,  pensa bem  no que tu andas escrevendo nesse pedaço de nada ligado a um teclado de plástico, tu e essa tua bonequinha de lixo recussitada sabe-se lá de que caixa da tua infância e dessa tua memória feita da avareza das tuas nuvens, porque, criatura, tu guardas as tuas nuvens e não choves,  não deixas cair a água como se ela fosse a tua peteca, e, ora, convenhamos, tu não tens mais peteca, a tua peteca está perdida e está porque tu a deixaste de lado, secando à sombra do teu orgulho e da tua distração, lá naquela praia, aquela em que brigavam os teus castelos e a tua linha no horizonte para saber quem era o mais movediço e o mais sem cor.

Esclarecimento para o Salvador: peteca é essa coisa aí embaixo que a gente joga de mão em mão na praia :)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A coitadinha

Chora sentada em frente ao espelho. Chora com os olhos pendurados no decote v da invisível blusa. Chora como se cortasse cebolas sem  óculos de natação. Chora enquanto  massageia os cabelos e se faz promessas sedosas de um brilho eterno. Chora enquanto uma outra gargalha, que uma outra não entende nada de lágrimas e nem de risos, por isso, gargalha. Chora porque o relógio adormeceu e as pernas querem saber para que servem os sapatos. Chora porque não é tola e chora sem as lágrimas porque é tolerante.
ps. A coitadinha  mora no apartamento ao lado ou no de cima. Talvez, no que está logo abaixo.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Peixe fora d'água

Eu sei. O combinado foi não escrever uma única palavra. Perguntei, lembra, se tu aceitarias um desenho caso a situação tomasse proporções trágicas. Tu disseste não, mas como sei o quanto a Frida Kahlo te fascina, pensei em vestir-me de eus e pintá-los em meu vestido sem um único tom de azul, que os meus eus errantes passam  pelos caminhos das  chamas e de figuras e por mais que me ardam, nunca me derretem, não me liquidam ou hidratam e, tu sabes, e melhor que ninguém, porque foste testemunha da minha imunidade a tua montanha e aos rios que habitavam a tua mente, tua mente repleta de segredos e fendas, hiatos perigosos demais para serem percorridos por quem não tem experiência e  balanço ou um bom par de nadadeiras, e tu sabias, jamais houve qualquer omissão, o que me faltaria, que a minha imobilidade seria acionada quando necessária, eu te disse, te avisei logo na largada que não me moveria se o vidro estivesse instável, que não trocaria meu calor  pelo teu aquário, que eu não seria outra criatura para te agradar, e  o que tu fizeste? Riste. Riste em lágrimas, duvidando-me, esbanjando com o teu deboche a água que a mim faz falta e riste até manchar o tecido das minhas escamas, riste até borrar o que me ilustra e ilumina, riste com a certeza de que eu riria também, riria de mim  e  me alimentaria mais uma vez dos teus cacos e da tua sua incansável incompreensão. Erraste, eu sei. Tu é que não  sabes e nem sabias.

Sobre nuvens e rios

Desemboca na  terra ancorada entre as minhas nuvens e os seus rios, verdadeiros  como a sua vontade, e o seu gosto, gosto de viver, e o meu corpo hão de multiplicar-se em água de chuva rosa e de derramar-se e espreguiçar-se sobre a  saliva de tantos gestos e de rodar sobre o ar de um moinho azul de brasas acalentado por ventanias.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Da arte das nuvens

Da arte das nuvens, talento da minha incompetência cercada de céu e céu por todos os lados, escolho o seu tom para pintar o chão em que me agrada pousar sem palavras, tecido de ninar voos e de se construir estradas destinadas ao toque de sua respiração.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Diz o pequeno bípede

Diz o pequeno bípede: mãe, faz um post e bem longo. Diz porque eu falei que estou ficando com sono e que está na hora de  ir dormir, o que ele resolve com outro diz. Diz ele: coloca um salzinho debaixo da língua que o sono, puf, vai embora. Aí falo que ele tem de ir dormir para crescer e ser gente grande, e ele com os olhos de jabuticabra, e isso não é um erro, fala que o futuro está decidido, quando crescer há de ser um psi, psicopata.  Eu, então, digo a ele que chega, que that's enough, mas vem ele com um outro diz e diz que, se está em crescimento precisa comer, e enfia uma faca no panettone que está sobre a mesa e enfia sem pressa porque, se comer é uma delícia, enfiar a faca é muito mais. E isso não é um erro, embora pareça, que, às gargalhadas, ele me abraça e diz, sei lá se é verdade, que está indo dormir.

Efeito nuvens

O lance é o seguinte, de tantas nuvens a criatura já está a ver pipocas e cogumelos, uns servidos até em xícaras, que a criatura anda a tomar muito sol, e o cerébro tem dessas coisas de derreter-se com as ideias que não afundam e ficam boiando no alto do mar, que o mar também tem lá algumas alturas, de cabeça para baixo, é verdade, basta dar um mergulho e pegar um jacaré, que, francamente, jacaré no mar já é forçação de água (vejam só uma palavra com dois cecidilhas ahahahaha e eta gosto bom o do erro), que erro que é erro escapa das grades e dos parênteses e parentes, todos  com seus enormes dentes nem sempre tão brancos, que os dentes mudam de cores conforme a escovação ou sua ausência e o dentista, é claro, o dentista, que o da criatura é bem exigente e  gosta de um teclado só de marfim, o que combina com elefantes, dois na frente e três atrás em um fusca, ora bolas, ou então na África, se bem que tem elefante indiano, vestido de Maya, aquela feita de olhos cheios de curvas e mãos que se encobram (eu me encobro, tu te encobras, eles encobram, captou o verbo?) sempre prontas para agarrar coisas, mas não nuvens, que nuvens são de outra matéria e, desse lance, nem vem que quem sabe é a criatura.

E ela que anda a guardar nuvens

Guarda nuvens para amaciar a cama e provocar o repouso. Guarda nuvens para que os lençóis sejam brancos e agitem-se feito a  bandeira  de um terceiro hemisfério, sem sul ou norte,  num balanço de gestos, num balanço de bússolas, na soma dos  homens e seus goles de águas e terras lavradas de dentro para fora em todos os  seus distantes ninhos.

Máquina de escrever

Porque me dói pensar que a estrada anda mais rápido que as minhas palavras, palavras puras como as gotas que escapam dos meus excessos esfumaçados  de nuvens e seus caminhos, escrevo entre os vácuos de uma folha ainda não definida; porque me dói chorar uma água que não é nascente apenas minha e não sente falta apenas de mim, percorro o azul imune às manchas de um céu perdido naquele mar cravejado de almas e pintado com a chuva de outras humanidades; porque minha mente precisa de  distantes paisagens e cores para hidratar o trecho que em meu corpo se encrava e  amaciar a linha que de mim se apaga, escrevo e escrevo brincando de máquina, de criatura à antiga, e escrevo desse jeito para que você se reconheça e me leia antes de amanhecer. 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Passeio III

Minha memória parte do seu sonho como se minha não fosse. Incerta, despede-se e sai pela fechadura de uma nuvem rumo a outra em busca de um lugar em que se espelhem  as nuances  e o calor dos movimentos ainda não ancorados em minhas linhas.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A jura de cada linha

Soletra-me, estampa-me, resgata-me do teu engano, apaga o esquecimento do que estava antes escrito e ignoraste com a tua pressa, a tua afobação por nunca ter sido a palavra e a jura de cada linha, incorrompível como a minha verdade, que não declina e te nomeias com ardor enquanto te suspira.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

E eu que ando a fotografar nuvens


                E eu que ando a fotografar nuvens não escrevo aquilo que vejo, que o olhar escapa-me com o vento e faz, da minha visão, suspiros, suspiros  perdidos,  como se fossem eles um diferente tipo de pássaro tão ágil quanto irretratável,  mas visível à imaginação sobrevivente a todas as mortes e renascida de uma força de vontade  imune a todas as minhas gotas de água.

Leituras a partir de 1 de janeiro de 2012

1. Bilhete seco - Elisa Nazarian
2. Quando fui morto em Cuba - Roberto Drummond
3. O retrato de Oscar Wilde Fragmentos
4. Estrela miúda breve romance infinito - Fabio Daflon
5. Poemas - Wislawa Szymborska
6. Mar me quer - Mia Couto
7. Estive em Lisboa e lembrei de você - Luiz Ruffato
8. O pai invisível - Kledir Ramil
9. Poemas de Eugénio de Andrade - Seleção, estudo e notas de Arnaldo Saraiva
10. Os da minha rua - Ondjaki
11. A máquina de fazer espanhóis - Walter Hugo Mãe
12. Vigílias - Al Berto
13. Poemas concebidos sem pecado - Manoel de Barros
14. Face imóvel - Manoel de Barros
15. Poesias - Manoel de Barros
16. Compêndio para uso dos pássaros - Manoel de Barros
17. Gramática expositiva do chão - Manoel de Barros
18. Matéria de Poesia - Manoel de Barros
19. Arranjos para assobio - Manoel de Barros
20. Livro de pré-coisas - Manoel de Barros
21. O guardador de águas - Manoel de Barros
22. Concerto a céu aberto para solos de ave- Manoel de Barros
23. Quinta Avenida, 5 da manhã - S. Wasson
24. A literatura em perigo - Tzvean Todorov
25. O remorso de Baltazar Serapião- Walter Hugo Mãe
26. Lotte & Zweig - Deonísio da Silva
27. Indícios flutuantes (poemas) - Marina Tsvetáieva
28. A duração do dia - Adélia Prado
29. Rua do mundo - Eucanaã Ferraz
30. Destino poesia Antologia - organização Italo Moriconi. Ana Cristina Cesar, Cacaso, Paulo Leminski, Torquato Neto e Waly Salomão
31. Tarde - Paulo Henriques Britto
32. Correnteza e escombros - Olavo Amaral
33. Nelson Rodrigues por ele mesmo
34. A última coisa que eu pretendo fazer na vida é morrer - Ciro Pellicano
35. O encontro marcado - Fernando Sabino
36. O óbvio ululante - Nelson Rodrigues
37. O grande mentecapto- Fernando Sabino
38. O homem despedaçado - Gustavo Melo Czekster
39. Dia de São Nunca à tarde - Roberto Drummond
40. O canto do vento nos ciprestes - Maria do Rosário Pedreira
41. Antes que os espelhos se tornem opacos - Juarez Guedes Cruz
41. Desvãos - Susana Vernieri
42. Um pai de cinema - Antonio Skármeta
43. No inferno é sempre assim - Daniela Langer
44. Crônicas de Roberto Drummond.
45. Correio do tempo - Mario Benedetti
45. Gatos bravos morrem pelo chute - Tiago Ferrari
46. Gesso & Caliça - Alberto Daflon Filho e Fabio Daflon
47. A educação pela pedra - João de Cabral de Melo Neto
48. O fio da palavra - Bartolomeu Campos de Queirós
49. Meu amor - Beatriz Bracher
50. Os vinte e cinco poemas da triste alegria - Carlos Drummond de Andrade
51. A visita cruel do tempo - Jennifer Egan
52. Cemitério de pianos - José Luis Peixoto
53. O amante - Marguerite Duras
54. Bonsai - Alejandro Zambra
55. Diciodiário - Valesca de Assis
56. Não tenho culpa que a vida seja como ela é - Nelson Rodrigues
57. Lero-lero - Cacaso
58. O livro das ignorãças - Manoel de Barros
59. Livro sobre nada - Manoel de Barros
60. Retrato do artista quando coisa - Manoel de Barros
61. Ensaios fotográficos - Manoel de Barros
62. A queda - as memórias de um pai em 424 passos - Diogo Mainardi
63. Junco - Nuno Ramos
64. Os verbos auxiliares do coração - Peter Estérhazy
65. Monstros fora do armário - Flavio Torres
66. Viagem - Cecília Meireles
67. Cora Coralina - Seleção Darcy França Denófrio
68. Instante - Wislawa Szymborska
69. Dobras do tempo - Carmen Silvia Presotto
70. Eles eram muitos cavalos - Luiz Ruffato
71. Romanceiro da inconfidência - Cecília Meireles
72. De mim já nem se lembra - Luiz Ruffato
73. O perseguidor - Júlio Cortázar
74. Paráguas verdes - Luiz Ruffato
75. Todas as palavras poesia reunida - Manuel António Pina
76. Vidas secas - Graciliano Ramos
77. Inferno Provisório Volume II O mundo inimigo - Luiz Ruffato
78. O ano em que Fidel foi excomungado - José de Assis Freitas Filho
79. Boneca russa em casa de silêncios - Daniela Delias
80. As cidades e as musas - Manuel Bandeira
81. Billie Holiday e a biografia de uma canção Strange Fruit - David Margolick
82. Inferno Provisório Volume III Vista parcial da noite - Luiz Ruffato
83. Inferno Provisório Volume V - Domingos sem Deus
84. Inferno Provisório Volume IV - O Livro das impossibilidades - Luiz Ruffato
85. Pedro Páramo - Juan Rulfo
86. Zazie no metrô - Raymond Queneau
87. Fora do lugar - Rodrigo Rosp
88. Salvador abaixo de zero - Herculano Neto
89. Inferno Provisório Volume I - Mamma, son tanto felice - Luiz Ruffato
90. A virgem que não conhecia Picasso - Rodrigo Rosp
91. Claro Enigma - Carlos Drummond de Andrade
92. Tempo dividido - Sophia de Mello Breyer Andersen
93. A Rosa do Povo - Carlos Drummond de Andrade

Leituras a partir de 1 de janeiro de 2011

1.Desgracida - Dalton Trevisan
2.Diário de um banana - Jeff Kinney
3. Poemas escolhidos, seleção de Vilma Arêas - Sophia de Mello Breyner Andresen
4. Oportunidade para um pequeno desespero - Franz Kafka
5. Venenos de Deus, remédios do Diabo - Mia Couto
6. Ventos do Apocalipse - Paulina Chiziane
7. Para gostar de ler - Contos Africanos
8. Vinte e zinco - Mia Couto
9. O Vendedor de passados - José Eduardo Agualusa
10. O Fazedor - Jorge Luís Borges
11. Terra Sonâmbula - Mia Couto
12. Barroco Tropical - José Eduardo Agualusa
13. Quem de nós - Mario Benedetti
14. O último voo do flamingo - Mia Couto
15. A carta de Pero Vaz de Caminha: o descobrimento do Brasil - Silvio Castro
16. Na berma de nenhuma estrada e outros contos - Mia Couto
17.O reino deste mundo - Alejo Carpentier
18. Como veias finas na terra - Paula Tavares
19. Baía dos Tigres - Pedro Rosa Mendes
20. O português que nos pariu - Angela Dutra de Menezes
21. Cem anos de solidão - Gabriel Garcia Marquez
22. Vermelho amargo - Bartolomeu Campos de Queirós
23. Meu tipo de garota - Buddhadeva Bose
24. Tradutor de Chuvas - Mia Couto
25. O livro das perguntas - Pablo Neruda
26. O fio das missangas - Mia Couto
27. Luka e o fogo da vida - Salman Rushdie
28. Pawana - J.M.G. Le Clézio
29. O africano - J.M.G. Le Clézio
30. O pescador de almas - Flamarion Silva
31. Um erro emocional - Cristovão Tezza
32. O amor, as mulheres e a vida - Mario Benedetti
33. A cidade e a infância - José Luandino Vieira
34. História do olho - Georges Bataille
35. Destino de bai- antologia de poesia inédita caboverdiana
36. O tigre de veludo- E. E. Cummings
37. Poesia Soviética - Seleção, tradução e notas de Lauro Machado Coelho
38. A cicatriz do ar - Jorge Fallorca
39. Refrão da fome - J.M.G. Le Clézio
40. As avós - Doris Lessing
41. Vozes Anoitecidas - Mia Couto
42. O livro dos guerrilheiros - José Luandino Vieira
43. Trabalhar cansa - Cesare Pavese
44. No teu deserto - Miguel Sousa Tavares
45. Uma canção para Renata Maria - Ediney Santana
46. Sete sonetos e um quarto - Manuel Alegre
47. Trópico de Capricórnio - Henry Miller
48. Sinais do Mar - Ana Maria Machado
49. Carta a D. - Andre Gorz
50. E se o Obama fosse africano? E outras interinvenções - Mia Couto
51. De A a X - John Berger
52. Diz-me a verdade acerca do amor - W.H. Auden
53. Poemas malditos, gozosos e devotos - Hilda Hilst
54. Outro tempo - W.H. Auden
55. nem sempre a lápis - Jorge Fallorca
56. Elvis&Madona - Luiz Biajoni
57. Budapeste - Chico Buarque
58. José - Rubem Fonseca
59. Axilas e outras histórias indecorosas - Rubem Fonseca
60. Instruções para salvar o mundo - Rosa Montero
61. A chuva de Maria - Martha Galrão
62. Rimas da vida e da morte - Amós Oz
63. Aqui nos encontramos - John Berger
64. Pensatempos textos de opinião - Mia Couto
65. Os verbos auxiliares do coração - Péter Esterházy
66. Cartas a um jovem poeta - Rainer Maria Rilke
67. A canção de amor e de morte do porta-estandarte Cristovão Rilke - Rainer Maria Rilke
68. Adultérios - Woody Allen
69. Quem me dera ser onda - Manuel Rui
70. Satolep - Vítor Ramil
71. Homem Comum - Philip Roth
72. O animal agonizante - Philip Roth
73. Paisagem com dromedário - Carola Saavedra
74. Não te deixarei morrer, David Crockett - Miguel Sousa Tavares
75. Orelhas de Aluguel - Deonísio da Silva
76. Travessia de verão - Truman Capote
77. Avante, soldados: para trás - Deonísio da Silva
78. Antes das primeiras estórias - João Guimarães Rosa
79. O outro pé da sereia - Mia Couto
80. O cemitério de Praga - Umberto Eco
81. A mulher silenciosa - Deonísio da Siva
82. Livrai-me das tentações - Deonísio da Silva
83. A mesa dos inocentes - Deonísio da Silva
84. Hilda Furacão - Roberto Drummond
85. A estética do frio - Vitor Ramil
86. Poetas de França - Guilherme de Almeida
87. Tarde com anões 7 minicontistas - Carlos Barbosa, Elieser césar, Igor Rossoni, Lidiane Nunes, Mayrant Gallo, Rafael Rodrigues e Thiago Lins.
88. Pensageiro Frequente - Mia Couto.
89. A palavra ausente - Marcelo Moutinho
90. Uma mulher -Péter Esterházy
91. Cartas de amor - Fernando Pessoa
92. A última entrevista de José Saramago - José Rodrigues dos Santos
93. A morte de D.J. em Paris - Roberto Drummond
94. Do desejo - Hilda Hilst
95. Cenas indecorosas - Deonísio da Silva

Leituras a partir de 19 de Julho de 2010

1. La Hermandad de la uva - John Fante
2. Nem mesmo os passarinhos tristes - Mayrant Gallo
3. Um mau começo - Lemony Snicket
4. Recordações de andar exausto - Mayrant Gallo
5. Ladrões de cadáveres - Patrícia Melo
6. O mar que a noite esconde - Aramis Ribeiro Costa
7. Há prendisajens com o xão - Ondjaki
8. E se amanhã o medo - Ondjaki
9. O último leitor - Ricardo Piglia
10. Par e ímpar - Tatiana Druck
11. Paris França - Gertrude Stein
12. Quirelas e cintilações - Luiz Coronel
13. AvóDezanove e o segredo do soviético - Ondjaki
14. Luaanda - José Luandino Vieira
15. Poemas para Antonio - Ângela Vilma
16. Estranhamentos - Mônica Menezes
17. A vida é sonho - Calderón
18. A varanda do Frangipani - Mia Couto
19. Um copo de cólera - Raduan Nassar
20. Antes de nascer o mundo - Mia Couto
21.Lavoura Arcaica - Raduan Nassar
22- Poemas da ciência de voar e da engenharia de ser - Eduardo White
23. Manual para amantes desesperados - Paula Tavares
24. Materiais para confecção de um espanador de tristezas - Ondjaki
25. Milagrário Pessoal - José Eduardo Agualusa
26. Felicidade e outros contos - Katherine Mansfield
27. Estórias abensonhadas - Mia Couto
28. Fábulas delicadas - Eliana Mara Chiossi
29. O Ulisses no Supermercado - José de Assis Freitas Filho
30. Cartas Exemplares - Gustave Flaubert
31. A Moça do pai - Vera Cardoni
32. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra - Mia Couto
33. Dentro de mim faz sul seguido de Acto Sanguíneo - Ondjaki
34. Bonequinha de Luxo - Truman Capote
35. 125 Poemas - Joaquim Pessoa.

Mundo bípede


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