domingo, 11 de novembro de 2012

Como o remorso perdido de um título


Nada disso deixará um instante.
E um anoitecer encobrirá o que poderia ter sido.
E lido como um livro não escrito,
como o remorso perdido de um título.
Nada disso deixará um instante.
E ela verá as palavras  multiplicando-se
sobre as mãos magoadas.
E, com os olhos ignorantes e encharcados de afeto,
pousará a fé por entre os contornos do bilhete
e da caligrafia não traduzida
do que ela sente e deseja
de cor e salteado.

42 comentários:

  1. Borges gostava de inventar livros, como esse teu um livro não escrito. Sonhemos pois com a algaravia da caligrafia não traduzida,




    beijooos

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    1. Assis,

      A long time ago tive uma fase borgiana. Comprei toda a obra dele e passei alguns meses me "labirintando".
      Desfie meu novelo para não perder o ponto de partida.
      E acabei perdendo o ponto de chegada.
      O ponto de chegada não existe, não é?
      A gente corre só por correr...

      Beijoss

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  2. Meu olhar recai sobre a fé dos contornos. Eu acredito tanto nos contornos...na vida que haverá de surgir dentro deles!

    Como tem me encantado tua escrita!
    Beijos,

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    1. Tania,

      Ontem à noite, vi um filme chamado Beginners (Toda forma de amor, aqui no Brasil, e um dos melhores filmes que já vi)e lá pelas tantas uma das personagens tem de dizer a outra o que vê quando olha pela janela. Ela diz algo mais ou menos assim: vejo muitas outras janelas que devem guardar muitas outras pessoas, metade delas não deve acreditar em mais nada e a outra em mágica.
      Eu vou comprar uma cartola e começar a ensaiar o meu número.
      É melhor que ser ajudante do Mandrake ou que ser a mulher sempre cortada ao meio!! rsrs

      beijoss

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  3. Belo texto, singelo, simples, objetivo e profundo ao mesmo tempo.
    Avante mulher... avante com as bordas, revoltando-se e revirando-se para se chegar ao centro que não quer calar.
    avante...

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    1. João Carlos,

      Precisamos de um avante, sim.
      Mas temos de ir devagar com o andor que o santo é de barro.
      Ainda mais quando se é uma Helena feita de terra...

      Fico contente de te ver aqui.

      beijoss

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  4. No fundo, no fundo, todas as folhas são em branco. Nossos olhos confusos vêem preto onde não há. Mas é preciso virar a pagina e deixar descansar . Aí chega o dia em que o dia chega e a gente se pergunta: por que traduzir se é possível escrever?
    Beijo, querida.
    Ps: vamos tomar um café essa semana?

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    1. Tati,

      A semana vai ser curta por causa do feriado.
      E apesar de hoje estar chovendo, quero ir para a praia o quanto antes. Se der, já na quarta-feira. Então, podemos deixar o café para a semana que vem?
      E, sim, todas as folhas são em branco, e os nossos olhos confusos é que vêem a cor onde não há.
      Os meus, então, talvez eu devesse doar. Mas quem iria de querê-los? No mínimo teria de andar sempre com um par de óculos para lá e para cá.
      Eu mal enxergo a ponta do meu nariz.
      Eu mal me enxergo.

      beijoss

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  5. Respostas
    1. Darío, por que só sente quem está vivo?
      Seja dor ou alegria a gente tem de estar vivo e aberto pra viver, não é?

      beijoss e eu acredito, sim :)

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  6. «de cor e salteado» foi como
    saltou de ti a cor e o negro entendimento do que enxergamos fez fundo a claridade do poema!
    Pink F, o pano negro e o "Diário de uma bonequinha de lixo" compuseram a atmosfera que mexeu comigo e me fez desejar ver além da tinta, do poema, da imensidão de sua escrita.
    "beteu em mim", sim.

    um beijo.

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    1. Eléo, o blog está cinza, e eu não sou a mulher dos 50 e não sei quantos tons rsrsrs
      É que estava me dando dor nos olhos o preto!
      Acho que vou acabar voltando para o branco.
      beijoss :)

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    2. cinza? no meu celular ele estava preto... rs
      agora vejo o cinza...

      beijo.

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    3. Estava com o fundo preto antes do cinza, Eléo!
      Mas eu não conseguia ler nada rsrsrs
      Não que o cinza faça muita diferença.
      Vou ter de continuar pesquisando uma corzinha ou voltar para o branco.
      Acaba tudo em branco sempre, oh, vida!

      beijoss

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  7. Eleo, passei do branco para o preto.
    Veio do meu avesso.
    Ou o contrário?
    Quem vai saber?
    Talvez minha ana lista (infelizmente, esse achado não é meu) tenha responsabilidade sobre isso.
    O diário está um lixo como deve ser o de uma bonequinha do mesmo material, mas a embalagem é um luxo. É um caderno da teNeues.
    Tem um monte de bipedices anotadas e desenhadas a caneta.
    Vou trazer aos poucos para o bloguinho não cheirar mal rs

    beijoss

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    1. fiquei doida para ver as bipedices....:))))

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    2. Vou trazê-las aos poucos.
      Tem tantas coisas que quero trazer e fazer.
      Tantas!


      beijoss :)

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  8. Talvez, eu devesse mudar o nome de diário para passadário porque sou eu em algum lugar distante...
    Agora, fiquei em dúvida.

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    1. adorei o primeiro nome, mas passadário é realmente um show!!!!!!

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    2. Eléo, então vou trocar. Tenho de ajeitar o bloguinho.
      Amanhã vou para a praia e lá não tenho Internet.
      Mas no domingo faço isso.
      Beijoss :)

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  9. Não sei o porquê, ou talvez eu saiba, mas não consiga dizer, encontrei um pouco do questionamento trazido por Florbela Espanca, das suas dúvidas existenciais, as quais, sobretudo, perpassavam pela questão amorosa. Estou a pensar, como dizem os amigos lusitanos. Se eu me convencer disso, digo-lhe alguma coisa ainda. É bom que o diga: refiro-me à questão temática.
    Ando muito teórico ultimamente, ou melhor, ando muito "barroco", releve tais conjeturas.
    beijoss,

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    1. José Carlos, eu nasci barroca sem nunca ter pisado em Minas Gerais por exemplo.
      Não leio muito Florbela. Ou melhor, faz um bom tempo que não a leio.
      Eu sou uma criatura movida a questões de muitos gêneros. Muitos, infelizmente :)
      E rio porque rir enxuga os olhos e o coração.

      Beijoss

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  10. Beleza, criatividade e talento, MUITO TALENTO
    é o que vejo transbordar pelas mãos dessa
    pigmaleoa da palavra!!!

    beijos, querida.

    P.S.: estás tão bonita nessa foto do cabeçalho!

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    1. Obrigada, Ci :)
      Elogios vindos de você, que respeito tanto pelo afeto quanto pela cultura, me deixam mesmo muito contente.
      Eu tenho escrito um bocadinho porque decidi terminar a minha novela junto com o fim do mundo! rsrs
      E tenho escrito um bocadinho aqui porque esse blog é meio que um ser vivo pra mim.
      É meio difícil de explicar.
      Mas é o lugar em que escrever, mesmo que seja sobre melancolias, me faz bem.
      Obrigada pelo bonita do cabeçalho.
      O meu cabelo talvez esteja um pouco curto. Não sei. Eu gosto. Então... :)

      beijoss

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  11. Visitando o teu blog e me encantando outra vez com o teu talento. Parabéns!

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    1. Obrigada, Carlos :)
      Tenho tentado dar um pouco mais de atenção ao blog.
      Gosto tanto de estar aqui.
      Este blog significa muito pra mim.

      beijoss

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  12. Lê, como não consigo postar um comentário no
    blog do José Carlos Sant'Ana, gostaria que me
    fizesses o favor de dizer a ele, seria possível? Tentei várias vezes "traduzir" aqueles garranchos, mas não conseguí...será que
    sou um "robô"? :)

    beijos

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    1. Pronto, CI. Afinal, aqui eu bato o ponto. Logo já sei que você esteve me vsitando, e a sua chave não abriu a minha porta. Saiba que "a casa está aberta, o jardim está florido, já escuto os teus passos..."
      beijo as duas, beijos para as duas,
      José Carlos

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    2. José Carlos, eu tentei muitas vezes, mas não conseguí; até deixei minha "caricatura" no box de seguidores. Trocaste a fechadura da porta? rsrssr, pq já estive por lá, pela manhã e não conseguí! Seria tão bom se retirasses aquelas letrinhas...só assim a casa estaria realmente aberta, não achas?

      beijos

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    3. Ci e José Carlos, estive no blog e deixei um recadinho porque o verificador de palavras continua ativo. Ou continuava.
      Não olhei agorinha.
      Espero que dê certo e a gente possa comentar a vontade :)
      beijos e boa noite para os dois!

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  13. Ci, vou dizer para ele vir aqui ler o seu comentário rsrs
    Eu não tenho mais dúvida que metade de mim opera roboticamente.
    Sofro feito uma condenada com a verificação de letras.
    Repito três, quatro vezes, até acertar :)
    beijoss

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  14. e tudo aquilo que nunca foi dito.....
    menina bípede, sempre quis te vc no meu céu!!!!!

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    1. Tenho vocação para nuvem :)
      Bem vinda ao bípede!

      Beijoss

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  15. e tudo aquilo que nunca foi dito.....
    menina bípede, sempre quis te vc no meu céu!!!!!

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    1. Walkyria,

      no céu é como no mar, só que sem peixes rsrs
      fico contente com você aqui no bípede :)

      Muito!

      Beijoss

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  16. e tudo aquilo que nunca foi dito.....
    menina bípede, sempre quis te vc no meu céu!!!!!

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  17. e a gente corre só por corre.... genial os comments, e genialíssimas tuas respostas

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    1. obrigada :)

      e vamos em frente que atrás vem gente!!

      beijoss

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  18. Sim. O que não podemos mostrar não existe aos olhos dos outros, o que não ficou gravado num mínimo de espaço. Mas toda a superfície clara - onde caligrafaste a tua semente, por exemplo, ou outra qualquer - começará a ficar escura quando a noite se aproximar. Tem calma.

    Um abraço.

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    1. Mário,

      Tenho calma e desespero. Tenho alma e desespero. E tenho também uma certa mão para o tempero.
      Então, dont worry :)

      Obrigada...

      Beijos

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  19. Me sentia assim ultimamente com a falta de inspiração para escrever... Mesmo com tantas coisas à dizer, as vezes é difícil organizar as ideias e começar... mas não sei porque o título é sempre a última coisa que escrevo.

    Como sempre inspiradíssima e enxergando para além... Deve ser a geografia dos pampas.rs

    Beijos.

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    1. Parole, até pouco tempo era a última coisa que eu escrevia também.
      Ultimamente, tem sido o contrário.
      Não sei o que é exatamente, mas deve ter alguma coisa com assumir o controle.
      Beijoss :)

      ps. Eu sou muito sua fã! Coloca link para o face no seu blog.

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Leituras a partir de 1 de janeiro de 2012

1. Bilhete seco - Elisa Nazarian
2. Quando fui morto em Cuba - Roberto Drummond
3. O retrato de Oscar Wilde Fragmentos
4. Estrela miúda breve romance infinito - Fabio Daflon
5. Poemas - Wislawa Szymborska
6. Mar me quer - Mia Couto
7. Estive em Lisboa e lembrei de você - Luiz Ruffato
8. O pai invisível - Kledir Ramil
9. Poemas de Eugénio de Andrade - Seleção, estudo e notas de Arnaldo Saraiva
10. Os da minha rua - Ondjaki
11. A máquina de fazer espanhóis - Walter Hugo Mãe
12. Vigílias - Al Berto
13. Poemas concebidos sem pecado - Manoel de Barros
14. Face imóvel - Manoel de Barros
15. Poesias - Manoel de Barros
16. Compêndio para uso dos pássaros - Manoel de Barros
17. Gramática expositiva do chão - Manoel de Barros
18. Matéria de Poesia - Manoel de Barros
19. Arranjos para assobio - Manoel de Barros
20. Livro de pré-coisas - Manoel de Barros
21. O guardador de águas - Manoel de Barros
22. Concerto a céu aberto para solos de ave- Manoel de Barros
23. Quinta Avenida, 5 da manhã - S. Wasson
24. A literatura em perigo - Tzvean Todorov
25. O remorso de Baltazar Serapião- Walter Hugo Mãe
26. Lotte & Zweig - Deonísio da Silva
27. Indícios flutuantes (poemas) - Marina Tsvetáieva
28. A duração do dia - Adélia Prado
29. Rua do mundo - Eucanaã Ferraz
30. Destino poesia Antologia - organização Italo Moriconi. Ana Cristina Cesar, Cacaso, Paulo Leminski, Torquato Neto e Waly Salomão
31. Tarde - Paulo Henriques Britto
32. Correnteza e escombros - Olavo Amaral
33. Nelson Rodrigues por ele mesmo
34. A última coisa que eu pretendo fazer na vida é morrer - Ciro Pellicano
35. O encontro marcado - Fernando Sabino
36. O óbvio ululante - Nelson Rodrigues
37. O grande mentecapto- Fernando Sabino
38. O homem despedaçado - Gustavo Melo Czekster
39. Dia de São Nunca à tarde - Roberto Drummond
40. O canto do vento nos ciprestes - Maria do Rosário Pedreira
41. Antes que os espelhos se tornem opacos - Juarez Guedes Cruz
41. Desvãos - Susana Vernieri
42. Um pai de cinema - Antonio Skármeta
43. No inferno é sempre assim - Daniela Langer
44. Crônicas de Roberto Drummond.
45. Correio do tempo - Mario Benedetti
45. Gatos bravos morrem pelo chute - Tiago Ferrari
46. Gesso & Caliça - Alberto Daflon Filho e Fabio Daflon
47. A educação pela pedra - João de Cabral de Melo Neto
48. O fio da palavra - Bartolomeu Campos de Queirós
49. Meu amor - Beatriz Bracher
50. Os vinte e cinco poemas da triste alegria - Carlos Drummond de Andrade
51. A visita cruel do tempo - Jennifer Egan
52. Cemitério de pianos - José Luis Peixoto
53. O amante - Marguerite Duras
54. Bonsai - Alejandro Zambra
55. Diciodiário - Valesca de Assis
56. Não tenho culpa que a vida seja como ela é - Nelson Rodrigues
57. Lero-lero - Cacaso
58. O livro das ignorãças - Manoel de Barros
59. Livro sobre nada - Manoel de Barros
60. Retrato do artista quando coisa - Manoel de Barros
61. Ensaios fotográficos - Manoel de Barros
62. A queda - as memórias de um pai em 424 passos - Diogo Mainardi
63. Junco - Nuno Ramos
64. Os verbos auxiliares do coração - Peter Estérhazy
65. Monstros fora do armário - Flavio Torres
66. Viagem - Cecília Meireles
67. Cora Coralina - Seleção Darcy França Denófrio
68. Instante - Wislawa Szymborska
69. Dobras do tempo - Carmen Silvia Presotto
70. Eles eram muitos cavalos - Luiz Ruffato
71. Romanceiro da inconfidência - Cecília Meireles
72. De mim já nem se lembra - Luiz Ruffato
73. O perseguidor - Júlio Cortázar
74. Paráguas verdes - Luiz Ruffato
75. Todas as palavras poesia reunida - Manuel António Pina
76. Vidas secas - Graciliano Ramos
77. Inferno Provisório Volume II O mundo inimigo - Luiz Ruffato
78. O ano em que Fidel foi excomungado - José de Assis Freitas Filho
79. Boneca russa em casa de silêncios - Daniela Delias
80. As cidades e as musas - Manuel Bandeira
81. Billie Holiday e a biografia de uma canção Strange Fruit - David Margolick
82. Inferno Provisório Volume III Vista parcial da noite - Luiz Ruffato
83. Inferno Provisório Volume V - Domingos sem Deus
84. Inferno Provisório Volume IV - O Livro das impossibilidades - Luiz Ruffato
85. Pedro Páramo - Juan Rulfo
86. Zazie no metrô - Raymond Queneau
87. Fora do lugar - Rodrigo Rosp
88. Salvador abaixo de zero - Herculano Neto
89. Inferno Provisório Volume I - Mamma, son tanto felice - Luiz Ruffato
90. A virgem que não conhecia Picasso - Rodrigo Rosp
91. Claro Enigma - Carlos Drummond de Andrade
92. Tempo dividido - Sophia de Mello Breyer Andersen
93. A Rosa do Povo - Carlos Drummond de Andrade

Leituras a partir de 1 de janeiro de 2011

1.Desgracida - Dalton Trevisan
2.Diário de um banana - Jeff Kinney
3. Poemas escolhidos, seleção de Vilma Arêas - Sophia de Mello Breyner Andresen
4. Oportunidade para um pequeno desespero - Franz Kafka
5. Venenos de Deus, remédios do Diabo - Mia Couto
6. Ventos do Apocalipse - Paulina Chiziane
7. Para gostar de ler - Contos Africanos
8. Vinte e zinco - Mia Couto
9. O Vendedor de passados - José Eduardo Agualusa
10. O Fazedor - Jorge Luís Borges
11. Terra Sonâmbula - Mia Couto
12. Barroco Tropical - José Eduardo Agualusa
13. Quem de nós - Mario Benedetti
14. O último voo do flamingo - Mia Couto
15. A carta de Pero Vaz de Caminha: o descobrimento do Brasil - Silvio Castro
16. Na berma de nenhuma estrada e outros contos - Mia Couto
17.O reino deste mundo - Alejo Carpentier
18. Como veias finas na terra - Paula Tavares
19. Baía dos Tigres - Pedro Rosa Mendes
20. O português que nos pariu - Angela Dutra de Menezes
21. Cem anos de solidão - Gabriel Garcia Marquez
22. Vermelho amargo - Bartolomeu Campos de Queirós
23. Meu tipo de garota - Buddhadeva Bose
24. Tradutor de Chuvas - Mia Couto
25. O livro das perguntas - Pablo Neruda
26. O fio das missangas - Mia Couto
27. Luka e o fogo da vida - Salman Rushdie
28. Pawana - J.M.G. Le Clézio
29. O africano - J.M.G. Le Clézio
30. O pescador de almas - Flamarion Silva
31. Um erro emocional - Cristovão Tezza
32. O amor, as mulheres e a vida - Mario Benedetti
33. A cidade e a infância - José Luandino Vieira
34. História do olho - Georges Bataille
35. Destino de bai- antologia de poesia inédita caboverdiana
36. O tigre de veludo- E. E. Cummings
37. Poesia Soviética - Seleção, tradução e notas de Lauro Machado Coelho
38. A cicatriz do ar - Jorge Fallorca
39. Refrão da fome - J.M.G. Le Clézio
40. As avós - Doris Lessing
41. Vozes Anoitecidas - Mia Couto
42. O livro dos guerrilheiros - José Luandino Vieira
43. Trabalhar cansa - Cesare Pavese
44. No teu deserto - Miguel Sousa Tavares
45. Uma canção para Renata Maria - Ediney Santana
46. Sete sonetos e um quarto - Manuel Alegre
47. Trópico de Capricórnio - Henry Miller
48. Sinais do Mar - Ana Maria Machado
49. Carta a D. - Andre Gorz
50. E se o Obama fosse africano? E outras interinvenções - Mia Couto
51. De A a X - John Berger
52. Diz-me a verdade acerca do amor - W.H. Auden
53. Poemas malditos, gozosos e devotos - Hilda Hilst
54. Outro tempo - W.H. Auden
55. nem sempre a lápis - Jorge Fallorca
56. Elvis&Madona - Luiz Biajoni
57. Budapeste - Chico Buarque
58. José - Rubem Fonseca
59. Axilas e outras histórias indecorosas - Rubem Fonseca
60. Instruções para salvar o mundo - Rosa Montero
61. A chuva de Maria - Martha Galrão
62. Rimas da vida e da morte - Amós Oz
63. Aqui nos encontramos - John Berger
64. Pensatempos textos de opinião - Mia Couto
65. Os verbos auxiliares do coração - Péter Esterházy
66. Cartas a um jovem poeta - Rainer Maria Rilke
67. A canção de amor e de morte do porta-estandarte Cristovão Rilke - Rainer Maria Rilke
68. Adultérios - Woody Allen
69. Quem me dera ser onda - Manuel Rui
70. Satolep - Vítor Ramil
71. Homem Comum - Philip Roth
72. O animal agonizante - Philip Roth
73. Paisagem com dromedário - Carola Saavedra
74. Não te deixarei morrer, David Crockett - Miguel Sousa Tavares
75. Orelhas de Aluguel - Deonísio da Silva
76. Travessia de verão - Truman Capote
77. Avante, soldados: para trás - Deonísio da Silva
78. Antes das primeiras estórias - João Guimarães Rosa
79. O outro pé da sereia - Mia Couto
80. O cemitério de Praga - Umberto Eco
81. A mulher silenciosa - Deonísio da Siva
82. Livrai-me das tentações - Deonísio da Silva
83. A mesa dos inocentes - Deonísio da Silva
84. Hilda Furacão - Roberto Drummond
85. A estética do frio - Vitor Ramil
86. Poetas de França - Guilherme de Almeida
87. Tarde com anões 7 minicontistas - Carlos Barbosa, Elieser césar, Igor Rossoni, Lidiane Nunes, Mayrant Gallo, Rafael Rodrigues e Thiago Lins.
88. Pensageiro Frequente - Mia Couto.
89. A palavra ausente - Marcelo Moutinho
90. Uma mulher -Péter Esterházy
91. Cartas de amor - Fernando Pessoa
92. A última entrevista de José Saramago - José Rodrigues dos Santos
93. A morte de D.J. em Paris - Roberto Drummond
94. Do desejo - Hilda Hilst
95. Cenas indecorosas - Deonísio da Silva

Leituras a partir de 19 de Julho de 2010

1. La Hermandad de la uva - John Fante
2. Nem mesmo os passarinhos tristes - Mayrant Gallo
3. Um mau começo - Lemony Snicket
4. Recordações de andar exausto - Mayrant Gallo
5. Ladrões de cadáveres - Patrícia Melo
6. O mar que a noite esconde - Aramis Ribeiro Costa
7. Há prendisajens com o xão - Ondjaki
8. E se amanhã o medo - Ondjaki
9. O último leitor - Ricardo Piglia
10. Par e ímpar - Tatiana Druck
11. Paris França - Gertrude Stein
12. Quirelas e cintilações - Luiz Coronel
13. AvóDezanove e o segredo do soviético - Ondjaki
14. Luaanda - José Luandino Vieira
15. Poemas para Antonio - Ângela Vilma
16. Estranhamentos - Mônica Menezes
17. A vida é sonho - Calderón
18. A varanda do Frangipani - Mia Couto
19. Um copo de cólera - Raduan Nassar
20. Antes de nascer o mundo - Mia Couto
21.Lavoura Arcaica - Raduan Nassar
22- Poemas da ciência de voar e da engenharia de ser - Eduardo White
23. Manual para amantes desesperados - Paula Tavares
24. Materiais para confecção de um espanador de tristezas - Ondjaki
25. Milagrário Pessoal - José Eduardo Agualusa
26. Felicidade e outros contos - Katherine Mansfield
27. Estórias abensonhadas - Mia Couto
28. Fábulas delicadas - Eliana Mara Chiossi
29. O Ulisses no Supermercado - José de Assis Freitas Filho
30. Cartas Exemplares - Gustave Flaubert
31. A Moça do pai - Vera Cardoni
32. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra - Mia Couto
33. Dentro de mim faz sul seguido de Acto Sanguíneo - Ondjaki
34. Bonequinha de Luxo - Truman Capote
35. 125 Poemas - Joaquim Pessoa.

Mundo bípede


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