quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Debaixo do manto


Vestiu as mãos com palavras rasgadas.
Feridas de papel e cruz.
Vestiu as fotografias com fogo.
Calor derretido em mentiras.
Vestiu a cor com manchas.
Fendas na pele do afeto.
Vestiu o relógio com um único instante.
Horas divididas no centro infinito.
Vestiu os olhos de falas.
E os ouvidos de mágoas.
Vestiu a verdade com verdades.
E despiu-se do homem.
Da crença.
E de seu nome.

49 comentários:

  1. com que vestes me vistes ou
    com que roupa eu vou
    aos versos que esculpistes



    beijooo

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    1. viu com ternura...
      vá com ternura
      esqueça os ternos rsrs

      beijoss

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  2. Vestís todo lo efímero con pura belleza, cada palabra es un color que estalla en el fondo blanco, en el corazón. Precioso! Besos.

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    1. Darío, talvez, quem sabe um dia, a gente não precise de nada além da pele da alma.

      besoss

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  3. Respostas
    1. Luiza, eu sei.
      Como sei que nem toda nudez será castigada ou colorida.
      beijoss

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  4. Ah! Lena, primeiro, este poema fincou em mim uma angústia... Depois, fiquei sereníssimo, pois percebi que nele há muita luz.
    bjss,

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    1. José Carlos, eu ando em uma fase de apagões.
      Volta e meia fica tudo muito escuro. Até a solidão.
      Então, nem sei se há luz.
      Nem sei.
      beijoss

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    2. E quem disse que não há mesmo nos apagões, Lena?
      Há sempre uma réstia ainda que não a percebamos de imediato. O poema nasce dessa fímbria...
      bjss
      José Carlos

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    3. Você está certo, José Carlos, há sim luz nos apagões. É difícil de olhar, mas não é impossível.
      Beijoss

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  5. Re_sumindo... se desquitou! Jogando palavras como se fossem confete e versos serpentina em poema carnal dum carnaval de emoções! Bjs

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    1. Francisco, quanto riso, oh, quanta alegria, mais de mil palhaços no salão.
      Eu tenho medo de palhaços desde menina.
      E tem um poema simbolista, do Cruz e Souza, que adoro. Diz ele: E embora caias sobre o chão, fremente, afogado em teu sangue estuoso e quente, ri! Coração, tristíssimo palhaço.
      Beijoss

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    2. CICATRIZ

      quando mostras
      feridas duma discussão
      é a ferida

      ainda bem aberta
      esperando

      cicatriz da cicatrização
      Assim

      DANÇÁSSEMOS

      eu me espalho palhaço,
      acompanhando seu passo
      à distância, como se...
      Assim

      Descubro o Assim escrevendo o que gostaria de responder :) Beijoss

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    3. Menino, mas ficaram muito boas as suas respostas. Vieram vestidas de poesia.
      Adorei :)
      beijoss

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  6. Debaixo do mato há tanto, tanto há se ver...Mas há tantos mantos, e a a nudez total é privilégio de poucos. Um poema de paralelos entre o todo e a partícula. Adorei.
    Beijos, Lelena.

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    1. a nudez acontece e aí assusta, incomoda.
      o que há de mais bonito na natureza é que ela não tem vergonha de ser nua.
      beijosss

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  7. Vesti teu poema, Lelena. Coube certinho...

    Bjo, amiga linda.

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    1. Dani, nada como ter um corpo sensível!
      Poesia sempre fica bonita em você.

      Beijoss :)

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  8. Um dos poemas mais lindos que já li.

    Beijo, poeta!

    Mirze

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    1. Obrigada, Mirze.
      Me sinto confortada com sua recepção.
      beijoss :)

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  9. Moça,
    o poema retracta o estrago do fim.
    Sabes que até parece ter sido feito para aquela amiga que mencionei?

    Ficou bom, muito.
    Beijinho.

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    1. Coelho, passe para ela.
      Provavelmente ela vai chorar um pouco ou bastante.
      Mas chorar ajuda o corpo a se livrar de doenças. Às vezes.
      E, apesar dos pesares que PESAM mesmo, lembre-a que não há no mundo quem um dia não tenha sido "estragado".
      Todo mundo já teve um amor perdido ou foi um amor perdido.
      Talvez, seja esse uma das contas do amor.
      Sei lá :)
      Beijoss

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  10. despir-se de si... tão necessário quanto ser!

    como se diz por aqui, dá de vestir mesmo, este poema!

    :*

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    1. Joelma,

      Dá de vestir soa tão bonitinho :)

      E se vestir é bom.

      Mas desvestir também.

      Eu prefiro dias quentes porque pedem poucas peles.

      Beijoss

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  11. Gosto da forma como sorris e pensas a vida!
    Beijinhos,

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    1. eu não sei se gosto rsrs
      mas é o jeito que sei, que sou, então vou me levando...

      beijoss

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  12. Lelena,
    a verdade com a verdade,se isso é possível, estamos perdidos.

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    1. Adriana,
      seria mais fácil usar a zona das mentiras, talvez, elas sejam mais confortáveis, mas elas não são tão sólidas.
      então, estamos perdidos.
      estamos perdidos de um jeito ou de outro.
      beijoss

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  13. ficou nu
    'com palavras rasgadas.
    com fogo.
    com manchas.
    com um único instante.'

    não há escapatória debaixo do manto

    são instigantes seus desenhos, parabéns pelos traços

    tudo bonito, Lelena

    beijos pra ti, moça Bípede

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    1. Obrigada.
      Vou tentar desenhar hoje.
      E, sim, debaixo do manto, não há escapatório, não há pra onde ir.

      beijoss

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  14. Há momentos em que a vontade é de despir-se até da própria pele.

    A beleza está presente nesta postagem.
    bj

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    1. Lembrei de um poema do Leminski:
      apagar-me
      diluir-me
      desmanchar-me
      até que
      depois de mim
      de nós
      de tudo
      não reste mais
      que o charme.

      Se restar o charme, será uma sorte. Há momentos que a gente se despe tanto que não sabe o que fazer com a vida.

      Beijoss

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    2. Vale a pena vir ler teus comentários! Bjs

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    3. Francisco,
      também gosto de ler lá no seu blog :)
      beijoss

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  15. Mulher! Que beleza de poesia! Amei o primeiro verso... fiquei relendo.

    #Quanto à mim, meu santo esta cansado. sem capacidade até de se despir...

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    1. Obrigada :)
      Você tem uma poesia que admiro tanto.
      Mais do que aos santos.
      Os santos se cansam, os poemas, não :)
      Beijoss

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  16. U-(suspiros muitos)-au!
    Bípede, querida, é lindamente intensa a poesia que transpiras. Vá em frente sempre.
    Despir-se de si mesma e da couraça que vai se acumulando com o tempo é a única forma de renovar a pele, e os planos. Sob a derme do sofrimento vejo uma mulher forte, nova e bela renascendo. Parabéns por captar com tanta sensibilidade, transformar tudo em palavra e compartilhar as emoções, é corajoso e é lindo.
    beijo!

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    1. Tati, peelings verbais, substanciais etc. pra renovar nossa adjetividade rsrsrs
      Falando sério, a "derme do sofrimento" não é fácil de descolar. Mas a gente não é de cair do cavalo antes de uma boa peleia, não é?
      beijoss

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  17. E num único instante a Poetisa transforma em infinita verdade.Que todos despissem assim.Beijos no coração!

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    1. Olara, um pouco bastante de nudez faz bem pros poros rsrs
      Desintoxica!!

      Beijoss

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  18. Bão demais andar peladona por aí, sem nome, sem fuso, conversível...

    beijo!

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    1. Carla, bão, sim!
      Pena que aqui na minha terra tem um bocado de inverno.

      Beijoss

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  19. Há sempre algo que se perde quando as concessões se insinuam. As cores esbatem-se, os aromas esfumam-se, a palavra tende a ficar maculada.
    A aparente simplicidade das coisas é dura luta, é redescoberta constante. E sem garantias. E às vezes, sem nos darmos conta, surgem as fendas, sinal de que as bases carecem de um retoque. Ou de criar novas bases. Ou de reformular toda a estrutura. Ou, tão só, de conseguir olhar para os nascentes e ocasos com toda a naturalidade. Talvez, assim, a crença fomente a harmonia desejada...

    Beijo :)

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    1. AC, a crença fomenta a harmonia desejada tanto quanto é capaz de destruí-la. O olhar que lançamos sobre ela, o zelo com que a tratamos, nossas força e fragilidades alteram suas formas e rumos.
      Eu não sou uma pessoa de fé e sou. Nem sei.

      Beijoss :)

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Leituras a partir de 1 de janeiro de 2012

1. Bilhete seco - Elisa Nazarian
2. Quando fui morto em Cuba - Roberto Drummond
3. O retrato de Oscar Wilde Fragmentos
4. Estrela miúda breve romance infinito - Fabio Daflon
5. Poemas - Wislawa Szymborska
6. Mar me quer - Mia Couto
7. Estive em Lisboa e lembrei de você - Luiz Ruffato
8. O pai invisível - Kledir Ramil
9. Poemas de Eugénio de Andrade - Seleção, estudo e notas de Arnaldo Saraiva
10. Os da minha rua - Ondjaki
11. A máquina de fazer espanhóis - Walter Hugo Mãe
12. Vigílias - Al Berto
13. Poemas concebidos sem pecado - Manoel de Barros
14. Face imóvel - Manoel de Barros
15. Poesias - Manoel de Barros
16. Compêndio para uso dos pássaros - Manoel de Barros
17. Gramática expositiva do chão - Manoel de Barros
18. Matéria de Poesia - Manoel de Barros
19. Arranjos para assobio - Manoel de Barros
20. Livro de pré-coisas - Manoel de Barros
21. O guardador de águas - Manoel de Barros
22. Concerto a céu aberto para solos de ave- Manoel de Barros
23. Quinta Avenida, 5 da manhã - S. Wasson
24. A literatura em perigo - Tzvean Todorov
25. O remorso de Baltazar Serapião- Walter Hugo Mãe
26. Lotte & Zweig - Deonísio da Silva
27. Indícios flutuantes (poemas) - Marina Tsvetáieva
28. A duração do dia - Adélia Prado
29. Rua do mundo - Eucanaã Ferraz
30. Destino poesia Antologia - organização Italo Moriconi. Ana Cristina Cesar, Cacaso, Paulo Leminski, Torquato Neto e Waly Salomão
31. Tarde - Paulo Henriques Britto
32. Correnteza e escombros - Olavo Amaral
33. Nelson Rodrigues por ele mesmo
34. A última coisa que eu pretendo fazer na vida é morrer - Ciro Pellicano
35. O encontro marcado - Fernando Sabino
36. O óbvio ululante - Nelson Rodrigues
37. O grande mentecapto- Fernando Sabino
38. O homem despedaçado - Gustavo Melo Czekster
39. Dia de São Nunca à tarde - Roberto Drummond
40. O canto do vento nos ciprestes - Maria do Rosário Pedreira
41. Antes que os espelhos se tornem opacos - Juarez Guedes Cruz
41. Desvãos - Susana Vernieri
42. Um pai de cinema - Antonio Skármeta
43. No inferno é sempre assim - Daniela Langer
44. Crônicas de Roberto Drummond.
45. Correio do tempo - Mario Benedetti
45. Gatos bravos morrem pelo chute - Tiago Ferrari
46. Gesso & Caliça - Alberto Daflon Filho e Fabio Daflon
47. A educação pela pedra - João de Cabral de Melo Neto
48. O fio da palavra - Bartolomeu Campos de Queirós
49. Meu amor - Beatriz Bracher
50. Os vinte e cinco poemas da triste alegria - Carlos Drummond de Andrade
51. A visita cruel do tempo - Jennifer Egan
52. Cemitério de pianos - José Luis Peixoto
53. O amante - Marguerite Duras
54. Bonsai - Alejandro Zambra
55. Diciodiário - Valesca de Assis
56. Não tenho culpa que a vida seja como ela é - Nelson Rodrigues
57. Lero-lero - Cacaso
58. O livro das ignorãças - Manoel de Barros
59. Livro sobre nada - Manoel de Barros
60. Retrato do artista quando coisa - Manoel de Barros
61. Ensaios fotográficos - Manoel de Barros
62. A queda - as memórias de um pai em 424 passos - Diogo Mainardi
63. Junco - Nuno Ramos
64. Os verbos auxiliares do coração - Peter Estérhazy
65. Monstros fora do armário - Flavio Torres
66. Viagem - Cecília Meireles
67. Cora Coralina - Seleção Darcy França Denófrio
68. Instante - Wislawa Szymborska
69. Dobras do tempo - Carmen Silvia Presotto
70. Eles eram muitos cavalos - Luiz Ruffato
71. Romanceiro da inconfidência - Cecília Meireles
72. De mim já nem se lembra - Luiz Ruffato
73. O perseguidor - Júlio Cortázar
74. Paráguas verdes - Luiz Ruffato
75. Todas as palavras poesia reunida - Manuel António Pina
76. Vidas secas - Graciliano Ramos
77. Inferno Provisório Volume II O mundo inimigo - Luiz Ruffato
78. O ano em que Fidel foi excomungado - José de Assis Freitas Filho
79. Boneca russa em casa de silêncios - Daniela Delias
80. As cidades e as musas - Manuel Bandeira
81. Billie Holiday e a biografia de uma canção Strange Fruit - David Margolick
82. Inferno Provisório Volume III Vista parcial da noite - Luiz Ruffato
83. Inferno Provisório Volume V - Domingos sem Deus
84. Inferno Provisório Volume IV - O Livro das impossibilidades - Luiz Ruffato
85. Pedro Páramo - Juan Rulfo
86. Zazie no metrô - Raymond Queneau
87. Fora do lugar - Rodrigo Rosp
88. Salvador abaixo de zero - Herculano Neto
89. Inferno Provisório Volume I - Mamma, son tanto felice - Luiz Ruffato
90. A virgem que não conhecia Picasso - Rodrigo Rosp
91. Claro Enigma - Carlos Drummond de Andrade
92. Tempo dividido - Sophia de Mello Breyer Andersen
93. A Rosa do Povo - Carlos Drummond de Andrade

Leituras a partir de 1 de janeiro de 2011

1.Desgracida - Dalton Trevisan
2.Diário de um banana - Jeff Kinney
3. Poemas escolhidos, seleção de Vilma Arêas - Sophia de Mello Breyner Andresen
4. Oportunidade para um pequeno desespero - Franz Kafka
5. Venenos de Deus, remédios do Diabo - Mia Couto
6. Ventos do Apocalipse - Paulina Chiziane
7. Para gostar de ler - Contos Africanos
8. Vinte e zinco - Mia Couto
9. O Vendedor de passados - José Eduardo Agualusa
10. O Fazedor - Jorge Luís Borges
11. Terra Sonâmbula - Mia Couto
12. Barroco Tropical - José Eduardo Agualusa
13. Quem de nós - Mario Benedetti
14. O último voo do flamingo - Mia Couto
15. A carta de Pero Vaz de Caminha: o descobrimento do Brasil - Silvio Castro
16. Na berma de nenhuma estrada e outros contos - Mia Couto
17.O reino deste mundo - Alejo Carpentier
18. Como veias finas na terra - Paula Tavares
19. Baía dos Tigres - Pedro Rosa Mendes
20. O português que nos pariu - Angela Dutra de Menezes
21. Cem anos de solidão - Gabriel Garcia Marquez
22. Vermelho amargo - Bartolomeu Campos de Queirós
23. Meu tipo de garota - Buddhadeva Bose
24. Tradutor de Chuvas - Mia Couto
25. O livro das perguntas - Pablo Neruda
26. O fio das missangas - Mia Couto
27. Luka e o fogo da vida - Salman Rushdie
28. Pawana - J.M.G. Le Clézio
29. O africano - J.M.G. Le Clézio
30. O pescador de almas - Flamarion Silva
31. Um erro emocional - Cristovão Tezza
32. O amor, as mulheres e a vida - Mario Benedetti
33. A cidade e a infância - José Luandino Vieira
34. História do olho - Georges Bataille
35. Destino de bai- antologia de poesia inédita caboverdiana
36. O tigre de veludo- E. E. Cummings
37. Poesia Soviética - Seleção, tradução e notas de Lauro Machado Coelho
38. A cicatriz do ar - Jorge Fallorca
39. Refrão da fome - J.M.G. Le Clézio
40. As avós - Doris Lessing
41. Vozes Anoitecidas - Mia Couto
42. O livro dos guerrilheiros - José Luandino Vieira
43. Trabalhar cansa - Cesare Pavese
44. No teu deserto - Miguel Sousa Tavares
45. Uma canção para Renata Maria - Ediney Santana
46. Sete sonetos e um quarto - Manuel Alegre
47. Trópico de Capricórnio - Henry Miller
48. Sinais do Mar - Ana Maria Machado
49. Carta a D. - Andre Gorz
50. E se o Obama fosse africano? E outras interinvenções - Mia Couto
51. De A a X - John Berger
52. Diz-me a verdade acerca do amor - W.H. Auden
53. Poemas malditos, gozosos e devotos - Hilda Hilst
54. Outro tempo - W.H. Auden
55. nem sempre a lápis - Jorge Fallorca
56. Elvis&Madona - Luiz Biajoni
57. Budapeste - Chico Buarque
58. José - Rubem Fonseca
59. Axilas e outras histórias indecorosas - Rubem Fonseca
60. Instruções para salvar o mundo - Rosa Montero
61. A chuva de Maria - Martha Galrão
62. Rimas da vida e da morte - Amós Oz
63. Aqui nos encontramos - John Berger
64. Pensatempos textos de opinião - Mia Couto
65. Os verbos auxiliares do coração - Péter Esterházy
66. Cartas a um jovem poeta - Rainer Maria Rilke
67. A canção de amor e de morte do porta-estandarte Cristovão Rilke - Rainer Maria Rilke
68. Adultérios - Woody Allen
69. Quem me dera ser onda - Manuel Rui
70. Satolep - Vítor Ramil
71. Homem Comum - Philip Roth
72. O animal agonizante - Philip Roth
73. Paisagem com dromedário - Carola Saavedra
74. Não te deixarei morrer, David Crockett - Miguel Sousa Tavares
75. Orelhas de Aluguel - Deonísio da Silva
76. Travessia de verão - Truman Capote
77. Avante, soldados: para trás - Deonísio da Silva
78. Antes das primeiras estórias - João Guimarães Rosa
79. O outro pé da sereia - Mia Couto
80. O cemitério de Praga - Umberto Eco
81. A mulher silenciosa - Deonísio da Siva
82. Livrai-me das tentações - Deonísio da Silva
83. A mesa dos inocentes - Deonísio da Silva
84. Hilda Furacão - Roberto Drummond
85. A estética do frio - Vitor Ramil
86. Poetas de França - Guilherme de Almeida
87. Tarde com anões 7 minicontistas - Carlos Barbosa, Elieser césar, Igor Rossoni, Lidiane Nunes, Mayrant Gallo, Rafael Rodrigues e Thiago Lins.
88. Pensageiro Frequente - Mia Couto.
89. A palavra ausente - Marcelo Moutinho
90. Uma mulher -Péter Esterházy
91. Cartas de amor - Fernando Pessoa
92. A última entrevista de José Saramago - José Rodrigues dos Santos
93. A morte de D.J. em Paris - Roberto Drummond
94. Do desejo - Hilda Hilst
95. Cenas indecorosas - Deonísio da Silva

Leituras a partir de 19 de Julho de 2010

1. La Hermandad de la uva - John Fante
2. Nem mesmo os passarinhos tristes - Mayrant Gallo
3. Um mau começo - Lemony Snicket
4. Recordações de andar exausto - Mayrant Gallo
5. Ladrões de cadáveres - Patrícia Melo
6. O mar que a noite esconde - Aramis Ribeiro Costa
7. Há prendisajens com o xão - Ondjaki
8. E se amanhã o medo - Ondjaki
9. O último leitor - Ricardo Piglia
10. Par e ímpar - Tatiana Druck
11. Paris França - Gertrude Stein
12. Quirelas e cintilações - Luiz Coronel
13. AvóDezanove e o segredo do soviético - Ondjaki
14. Luaanda - José Luandino Vieira
15. Poemas para Antonio - Ângela Vilma
16. Estranhamentos - Mônica Menezes
17. A vida é sonho - Calderón
18. A varanda do Frangipani - Mia Couto
19. Um copo de cólera - Raduan Nassar
20. Antes de nascer o mundo - Mia Couto
21.Lavoura Arcaica - Raduan Nassar
22- Poemas da ciência de voar e da engenharia de ser - Eduardo White
23. Manual para amantes desesperados - Paula Tavares
24. Materiais para confecção de um espanador de tristezas - Ondjaki
25. Milagrário Pessoal - José Eduardo Agualusa
26. Felicidade e outros contos - Katherine Mansfield
27. Estórias abensonhadas - Mia Couto
28. Fábulas delicadas - Eliana Mara Chiossi
29. O Ulisses no Supermercado - José de Assis Freitas Filho
30. Cartas Exemplares - Gustave Flaubert
31. A Moça do pai - Vera Cardoni
32. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra - Mia Couto
33. Dentro de mim faz sul seguido de Acto Sanguíneo - Ondjaki
34. Bonequinha de Luxo - Truman Capote
35. 125 Poemas - Joaquim Pessoa.

Mundo bípede


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